Escolas da Gafanha da Encarnação em convívio

Por Maria Donzília Almeida





Hoje, num dia de pleno verão, com uma brisa a refrescar o rosto, decorreu o nosso convívio de final do ano letivo 2011/2012.
Depois de um ano árduo de trabalho, com todas a s atribulações que isso implica, temos o direito, há longo tempo conquistado, a uns momentos de convívio, longe do burburinho de que os nossos ouvidos estão impregnados.
Sem as adoráveis criancinhas, a escola não teria razão de existir, mas é salutar e indispensável que se façam pausas periódicas para descomprimir e para se acertar o passo!



Foi num local aprazível, debaixo de altas acácias, de troncos elegantes, nos amplos jardins do Centro de Recursos Mãe do Redentor, ali, na colónia agrícola. A escolha não podia ter sido melhor, para aliviar as tensões e o cansaço acumulado ao longo do ano. Ar livre e puro, num espaço que combina harmoniosamente o habitat natural de muitas espécies vegetais com o toque urbanístico do homem que criou e recriou.
A construção de amplas mesas em granito, ladeadas de bancos corridos no mesmo material, sob a sombra frondosa das acácias, resultou num éden, para a realização de piqueniques. Sob o teto do céu azul, apenas recortado pela copa das árvores, movíamo-nos com à vontade, sobre o chão de calçada à portuguesa, em que os troncos finos das árvores emergiam dos círculos das pedras negras de calcário. Um gosto requintado, na humanização deste espaço natural!




O grupo organizador deste ano, EVT e EV, como que na ambiência da crise, concebeu a ideia de um piquenique, fugindo à rotina dos restaurantes e explorando os recantos paisagísticos da nossa boa zona.
Em ambiente informal, o serviço de self-service promoveu a interação entre todos os elementos presentes, das várias escolas que integram o agrupamento Aege (Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação). Conversas amenas ou mais sérias, de trabalho, relacionadas com o exercício do magistério, tudo decorreu com descontração e convivialidade.
Os acepipes foram variados e satisfizeram todos os gostos. O apetite aguçara-se, após uma manhã de trabalho, na escola, e a degustação foi perfeita.
No fim, para acabar em beleza, houve a demonstração do jogo do prego, em que os docentes puseram à prova a sua pontaria no uso do martelo. Este tinha que acertar numa cavilha espetada num tronco e o objetivo consistia em verificar a destreza e pontaria/força. O vencedor seria o primeiro a enterrar o prego na madeira. A competição entre homens e mulheres deu azo a uma hilaridade geral, pois as professoras revelaram pouca perícia no uso daquela ferramenta!
Decididamente, não é essa uma das ferramentas pedagógicas.....utilizada pelos professores!
A reportagem fotográfica esteve, como sempre, a cargo do fotógrafo de serviço, o Professor Henrique Santos.
Este piquenique, nesta altura do campeonato, foi um bom prelúdio para as merecidas férias que estão à porta. Votos de um bom descanso para todos!


Fotos de Maria Donzília Almeida
09.07.1012


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