segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Fundação Prior Sardo



Universidade para uma
mais elevada qualidade de vida


A Fundação Prior Sardo é uma instituição de solidariedade social criada em 1992 pelo Padre José Fidalgo, prior da freguesia da Gafanha da Nazaré, com o objectivo de apoiar, de forma pedagógica, pessoas e famílias. Nessa linha, a Fundação Prior Sardo tem programado e desenvolvido acções, no âmbito do concelho de Ílhavo, embora tenha a sua sede na Gafanha da Nazaré, presentemente na Casa de Remelha. Nos primeiros anos, serviu principalmente as freguesias das Gafanhas da Nazaré, Encarnação e Carmo.
No ano prestes a terminar, implementou dois projectos de largo interesse social, na área da toxicodependência: “previne.tua.vida” e “segue.com.vida”.
A mais recente aposta diz respeito a uma Universidade Sénior, destinada a maiores de 50 anos e vocacionada para a abordagem dos mais diversos temas, destinados a quem, no fundo, aceita a autoformação e a formação contínua em grupos de reflexão, fundamentais a uma mais elevada qualidade de vida.
Sobre a Fundação Prior Sardo, mais notícias em breve.

FM

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Rua Prior Guerra


Prior Guerra, à esquerda, com o Padre António Caçoilo


O Prior Guerra era um homem bondoso e afável

A rua Prior Guerra fica no centro da freguesia, na urbanização que circunda o Centro Cultural da Gafanha da Nazaré. Trata-se de uma justa homenagem ao segundo prior da nossa comunidade, sucedendo, por isso, ao Prior Sardo. Aliás, o Prior Sardo, decerto por dificuldades de saúde, continuou a viver entre o seu povo, como coadjutor, mostrando, por esta forma, uma enorme humildade.
O Prior Guerra, de seu nome José Francisco Corujo, nasceu em 17 de Fevereiro de 1878, em Ílhavo, tendo sido ordenado presbítero em 12 de Julho de 1903. Assumiu a paroquialidade da Gafanha da Nazaré entre 5 de Outubro de 1922 e 1948, altura em que fixou residência na sua terra natal. Faleceu em 12 de Março de 1963.
Sublinha-se na monografia da paróquia – Gafanha: Nossa Senhora da Nazaré – que durante o tempo em que esteve entre nós “deixou um rasto de simpatia”. Era uma pessoa bondosa, simples e afável.
“Era rigoroso nas contas e cioso nos gastos. Não quis que se fizesse uma residência nova para não chocar os paroquianos… que, muitos, viviam em palheiros de tábuas…” –  refere a monografia citada.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Barcos da Ria no Marintimidades




Quando houver saudades dos barcos da nossa Ria, podem visitar o Marintimidades. Por estes dias li sobre as bateiras. Vejam, que não perdem tempo.

NOTA: Imagem do mesmo blogue

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cantigas de antigamente

FADO

Com a minha mão direita
fiz uma cova no chão
Para enterrar os meus olhos
que tão desgraçados são.


Venho de amar a Jacinta,
de apanhar cevada à mão.
Minha mãe era Jacinta
meu pai era Jacintão.


Oh! Costa Nova do Prado
e pedras do paredão,
e palheiros de S. Jacinto
onde os meus amores estão.



POSTAL ILUSTRADO — RIA DOUTROS TEMPOS

O postal que reproduzo acima é mesmo um postal ilustrado, não com as cores naturais, mas com tonalidades que eram um luxo para a época....