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A mostrar mensagens de Junho, 2016

Um retrato bonito da Gafanha do Carmo

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A Cândida Pascoal, autora do texto que copiei do Facebook, presta desta forma uma bonita homenagem à Gafanha do Carmo, terra que lhe está na alma. Gostei muito e daqui, por esta forma, saúdo todos os emigrantes que cultivam o amor à sua terra-natal.
«A minha terra tem uma "Rua de Baixo". Tem um "Café Central" e uma " loja do Ti Larico" e o Talho do Ti Mário da Fátima. No Largo da Igreja há um jardim para as crianças brincarem nesse largo e existe aos Domingos no fim da missa uns senhores a venderem fruta, ouro e lençóis. Tem várias pessoa que ainda fazem pão em casa. Flores amarelas de erva azeda em vez de ervas daninhas pelas bermas da estrada. Tem pessoas que dizem sempre "bom dia" a quem passa, mesmo que sejam desconhecidos, tem o Ti Tairoco sentado no seu banquinho, que nos chama de Cachopas  Ao meio dia toca o Sino. Tem um campo da bola. Um Grupo União Desportivo. Tem um Centro Comunitário onde tomam conta dos nossos idosos, com jovens che…

GALAFANHA abre-e a novos horizontes

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Tenho andado às voltas com a ideia de alterar o estatuto editorial do meu blogue Galafanha. Criado com a ideia de divulgar a Gafanha Nazaré e pugnar pelo seu progresso, veio agora ao meu espírito a necessidade de ampliar os seus horizontes, abarcando as demais Gafanhas, fundamentalmente porque o povo que esteve nas suas origens é o mesmo.  Eu sei que não é tarefa fácil, mas o melhor será experimentar, esperando eu colaboração, numa perspetiva de partilha sadia e sem confrontos azedos, de todos os amigos. 
Fernando Martins

"Bota-Abaixo" do "Ilhavense"

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Gafanha da Nazaré — Sétima Década

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1970 – 1979 A sétima década começou com o excelente entendimento verificado entre o Prior, Padre Domingos, e o seu coadjutor, Padre Miguel. Pessoalmente, testemunhei, como colaborar assíduo, esse entendimento, até porque, espiritualmente, estavam em sintonia. Ambos comungavam, há anos, os ideais schoenstattianos, razão que levou o Padre Miguel a optar pela Gafanha da Nazaré. Com a saída do Padre Domingos para Salreu, a dinâmica paroquial intensificou-se com novos rumos no horizonte. Muitas famílias estavam ligadas a Schoenstatt e a cooperação com a paróquia era sintomática da unidade que se desejava entre lugares da freguesia. E foi nesta década que se implementou a determinação de levar a comunidade a apostar nos benefícios de mudanças apoiadas no estudo e na concretização de projetos credíveis e viáveis. Começou a sentir-se a urgência de “dar uma volta” à organização paroquial. Porém, essa convicção não nasceu espontaneamente, mas foi fruto de muita reflexão de grupos convocados, qu…