TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 332



POSTAL DO PORTO – 197 



UM CASAMENTO SINGULAR 

Caríssima/o: 

Esquecendo o Carnaval e sacudindo as Cinzas, somos saudados por S. Valentim. Não fujamos ao mote e saboreemos uma imagem inusitada da qual nem o pó aspirei: 

«Há precisamente 130 anos, no dia 5 de Fevereiro de 1876, Francisco Martins Sarmento contraiu matrimónio com Maria de Freitas de Aguiar. A cerimónia, que decorreu à porta fechada na Colegiada da Oliveira e à qual não compareceram os noivos, foi bastante sui generis, conforme o revela o relato de uma das testemunhas, João Lopes de Faria: 
"Às 8 horas da noite, na igreja Colegiada, contraem o sacramento do matrimónio o Dr. Francisco Martins de Gouveia Morais Sarmento e D. Maria da Madre de Deus Freitas Aguiar, por seus representantes, do noivo, seu primo José Ribeiro Martins da Costa, e da noiva o Dr. Rodrigo de Freitas Araújo Portugal, sendo ministro do acto o cónego-cura José António Rodrigues Cardoso e testemunhas os únicos dois assistentes (por ser à porta fechada) António Lopes de Faria e seu filho João Lopes de Faria, empregados da Colegiada, aos quais os pré-noivos deram boas gratificações."»(in Efemérides Vimaranenses, de João Lopes de Faria - Publicado por Sociedade Martins Sarmento) 

Pela transcrição e alertando que não são 130 anos mas 137 os anos que passaram desde o dia 5 de fevereiro de 1876, 

Manuel

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