Recordando o Festival da Canção na Gafanha da Nazaré

Santuário de Schoenstatt (Foto de 2009)

Hoje recordo o Festival da Canção organizado pela Juventude Masculina de Schoenstatt há bons anos. O texto que transcrevo a seguir tem data de maio de 2009 e quem o escreveu foi João Alberto Roque, presentemente e desde há muito docente na Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Penso que as memórias ficarão mais ricas. Aliás, é essa a minha intenção. 
Desses festivais não possuo fotografias, mas haverá decerto quem as tenha. Se mas puderem ceder para publicar seria muito interessante. Fico a aguardar. 


EU FUI DOS PRINCIPAIS INTERVENIENTES...

Eu fui dos principais intervenientes… É agradável dar de caras com estas recordações.
Já não me lembrava dos pormenores – tinha vinte e três anos na altura – mas, pelo que li, penso que está tudo bem. Nesse ano fiz parte da organização e era um dos autores de três canções concorrentes (ai a ética… mas de acordo com o regulamento só os elementos do Júri não podiam concorrer e eram sempre pessoas credenciadas e imparciais). Aliás não era frequente ganhar um Gafanhão. Nesse ano ganhou o Cândido Casqueira numa canção com poema do Pina e o Sérgio ficou em segundo com uma canção de que eu era um dos autores. Eu sempre fui mais dado para a escrita… já não recordo se a “letra” era feita só por mim ou trabalho de equipa com o Sérgio e o Falcão. Com muita pena minha, nunca tive jeito para cantar sem ser em coro.
Estas canções foram feitas no acampamento da Juventude Masculina de Schoenstatt. Parece que me estou a ver a escrever junto ao rio Vouga em Sejães… Muitas canções nasciam nesses acampamentos. Duas com o grande amigo Sérgio Ribau e outra com o meu irmão Vítor. Outro que estava quase sempre envolvido era o Rogério Fernandes.
O Movimento era uma grande escola de cidadania… Tínhamos muita autonomia e éramos responsáveis na mesma proporção.
Gostava de ver este Festival retomado. Aliás fiz uma proposta nesse sentido, há menos de dois anos, aos jovens de Schoenstatt, não me pondo fora de colaborar e de motivar outros antigos dirigentes a criarmos um grupo que anualmente os apoiasse.
Talvez se perceba melhor a importância deste festival se disser que era uma das raras oportunidades de se revelarem talentos como aconteceu, por exemplo, com a Jacinta, a minha prima Alda Casqueira e muitos outros.

João Alberto Roque

Nota: Publiquei aqui 

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