quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Khalil Gibran - O Profeta


Há livrinhos que ficam perdidos nas prateleiras e só vêem a luz do dia quando nos caem nas mãos ou no chão. "O Profeta", de Khalil Gibran, foi um deles... E tanto bastou para a leitura de uns pensamentos.
Comprei-o em 2001 e hoje aproveito a ocasião para ler umas passagens.
Saborear umas "meditações filosóficas" é uma necessidade.

"Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor uma prisão:
Que seja antes um mar em movimento entre as margens das vossas almas.
Que um encha a taça do outro, mas sem beber pela mesma taça.
Dai um ao outro o vosso pão, mas sem comer o mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos e alegrai-vos, mas que cada um de vós seja um,
como as cordas de uma lira que, embora isoladas, vibram ao som de uma bela melodia."

SAHIDA

Curiosidade


As voltas que o português tem dado...

Centro de Saúde - Gafanha da Nazaré



Li na rádio Terra Nova que o Centro de Saúde da Gafanha da Nazaré vai funcionar em instalações provisórias enquanto decorrem as obras de ampliação e modernização. Nessa linha, a Câmara de Ílhavo aprovou a abertura de um procedimento para a locação de módulos, que funcionarão como instalações provisórias enquanto decorrerem obras de requalificação e ampliação desta infraestrutura.

Vila Africana


Desde que nasci, na já longínqua era de 38 do século passado, tenho presenciado bons bocados de história. E de uma certeza não consigo afastar-me: Sempre houve guerras terríveis, devastadoras, mortíferas. Sem podermos evitá-las, por mais certezas ou sonhos que tivermos, estamos condenados a vivê-las, a sofrê-las... com a paciência que Deus nos deu ou nós conseguimos cultivar.
O dia está lindo com sol acalentador e convidativo à contemplação. Contudo, para variar, procurei nas minhas estantes algumas curiosidades e achei uns Almanaques Gráficos. Um deles apresentou-me, como digno destaque, a Vila Africana da foto, Agosto de 2017, que aqui partilho.

Volto ao GALAFANHA



Para temas relacionados com as Gafanhas, volto ao GALAFANHA. Acredito que me inspira mais. Os temas do dia a dia permanecerão no PELA POSITIVA. Quem gostar de colaborar sentirá a porta aberta.

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

GAFANHA -Séculos X-XII


O mar já andou por aqui... E se ele resolve regressar? Não será para o meu tempo, mas pode acontecer um dia!

domingo, 28 de julho de 2024

Ria de Aveiro - Gafanha

 

É sempre um prazer apreciar imagens do tempo dos nossos avós, com a ria a marcar presença indelével. A própria imagem dá a informação precisa.

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Volta ao Cais em Pasteleira


O Museu Marítimo de Ílhavo e a Quinto Palco promovem mais uma edição da Volta ao Cais em Pasteleira, no dia 18 de agosto, no Festival do Bacalhau. Pela primeira vez, este ano serão entregues prémios à melhor “Pasteleira” e à melhor “Farpela”.
O prémio “Pasteleira” será atribuído à bicicleta pasteleira mais característica e o prémio “Farpela” ao traje da época mais fidedigno. Os participantes só ficam habilitados ao prémio se tiverem adquirido o kit de participação e se comparecerem entre as 15h30 e as 16h30, para desfilarem perante os júris, no local de partida da Volta ao Cais em Pasteleira.

Nota: Informação da CMI

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Gafanha — Nome e Origens

Texto do Padre Manuel Maria Carlos,
publicado no Timoneiro





Undemil - Pseudónimo do Padre Manuel Maria Carlos

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Câmara de Ílhavo aberta às associações

A Câmara de Ílhavo garantiu, conforme li na RTN, que o diálogo com as associações está "mais próximo e mais frontal" e desafia as coletividades a apresentarem novas propostas nos planos de atividades. 
O desafio veio da autarquia. com o presidente João Campolargo a dar sinais de aproximação às associações. É claro que, sem diálogo, a todos os níveis, não há progresso.

sexta-feira, 12 de julho de 2024

Centro de Saúde na Gafanha da Nazaré

 

É público, como atestam as notícias e o cartaz que exibo,  que a Gafanha da Nazaré vai ter  um novo Centro de Saúde. Será uma boa notícia para todos.

segunda-feira, 8 de julho de 2024

Gafanha da Nazaré - Largo St. Johns


Simples mas digna a homenagem prestada pelos bacalhoeiros à cidade mais citada pelos tripulantes dos navios da pesca do fiel amigo. O bote usado pelos pescadores também marca presença, lembrando-nos os corajoso marítimos que enfrentavam ao ondas traiçoeiras e geladas dos mares da Terra Nova e Gronelândia.

domingo, 7 de julho de 2024

Festival de Folclore

Ontem, sábado, 6 de Julho, realizou-se o XXXIX Festival Nacional de Folclore, com abertura na Casa Gafanhoa, espaço museológico da nossa terra. Seguiu-se o jantar  com os ranchos e convidados, na Sede do CEGN. O festival veio a seguir. 

NOTA: Para esta edição,  escrevi o seguinte: 

Evocando primórdios da nossa terra

segunda-feira, 25 de março de 2024

Efemérides gafanhoas

O Farol começou a ser construído neste mês

Se pensarmos um pouco, descobriremos que uma terra, qualquer que ela seja, tem sempre efemérides que preenchem a sua história. E a Gafanha da Nazaré está carregada de eventos que ouso lembrar de quando em vez. Em março, no dia 12 de 1860, foi iniciada a construção da primeira estrada que atravessou a região da Gafanha até ao Forte e que foi batizada, em data posterior, com o nome de Av. José Estêvão. Contudo, é justo lembrar que esta estrada, bem como outras que se construíram naquela época, se ficou a dever à influência de José Estêvão.
Curioso será imaginar o movimento que esta longa estrada teve, em épocas de veraneio, com destino às praias da Barra e Costa Nova, sobretudo aos fins de semana. Na altura, dizia-se que era a estrada rural com maior trânsito no país. Será exagero, mas ouvi essa afirmação inúmeras vezes. Também neste mês, no dia 24 de 1862, se iniciou a construção da ponte que ligou Ílhavo à Gafanha. E em março de 1885 iniciou-se a construção do nosso Farol, que foi inaugurado em 31 de agosto de 1893

domingo, 15 de outubro de 2023

Aos homens do mar

 

Aos homens da nossa terra, que do mar fizeram a sua vida.
Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré
1996

«Ó mar salgado,
quanto do teu sal
são lágrimas de Portugal»

Fernando Pessoa,
"Mar Português",
in Mensagem

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

terça-feira, 19 de setembro de 2023

Construtores Navais

Situada nas proximidades do local onde existiu o célebre estaleiro naval do mestre Mónica, na Gafanha da Nazaré, a Rua dos Construtores Navais perpetua a memória dos homens que trabalharam nos estaleiros de construção naval que existiram naquela cidade ilhavense, com especial destaque para os faziam embarcações em madeira, não só para sulcarem as águas da Ria de Aveiro, mas, e sobretudo, cruzarem os mares, com destaque para os navios que integraram a frota bacalhoeira. C.F

Nota: Texto e foto do jornalista Cardoso Ferreira do Correio do Vouga

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Rua Raul Brandão - Um cantor da Ria

O Cantor da Ria merecia muito mais


Quando há anos topei com a Rua Raul Brandão, confesso que fiquei triste. É verdade. Porque o escritor merecia muito mais. Eu sei que a relação das ruas a baptizar tinha sido feita, na sua grande maioria, numa noite. De modo que, quer queiramos quer não, não havia hipótese de escolher a rua, conforme a personalidade a homenagear.
E Raul Brandão, provavelmente, na minha ótica, o que melhor cantou a nossa ria, com referência assinalável à Gafanha, merecia mais do que uma ruazinha sem expressão, sem circulação de veículos que levasse as pessoas a falar dele. A Rua Raul Brandão parte da Rua Sacadura Cabral e dirige-se para a ria, sem lá chegar.
Raul Brandão canta no seu livro Os Pescadores, de forma única, a Ria de Aveiro. Andou por aqui para a conhecer, no dia 21 de Julho, e dias seguintes, de 1922. Alguns dias, certamente, porque de outra forma não seria possível pintar um quadro tão rico.

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Divagações no relvado

Enquanto a televisão domina a sala quase por completo com música um tanto ou quanto estridente, eu procuro alinhavar um texto sobre o dia de hoje, domingo, para mim cheio de vida embora com doenças ligeiras, daquelas que inquietam, mas não dão dores de cabeça.
Hoje foi um dia agitado sem incomodar, gente que chega de passagem, outros que vão ficando e todos debitam informações enquanto fazem perguntas sobre o tempo que faz e sobre o ambiente que se vive nos tempos que correm. No fundo, tudo bem. É num ambiente destes, aliás, que se põe a conversa em dia.
A sala de visitas foi o relvado aparado há dias, fresco e macio, e a conversa fluía naturalmente até porque o silêncio na família não é bom sinal.
Para mim, os domingos são sempre apetecidos. A família até percebe que o encontro pressupõe a troca de impressões. E ainda bem porque Deus deu-nos a fala como dom essencial à vida dos humanos, e ainda bem

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