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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Gastronomia: Bacalhau veio à terra


Ingredientes:

2 lombos de bacalhau (aprox. 100g cada) 
500g de favas 
4 fatias de presunto 
800g de batata-doce 
1 pimento vermelho 
2 dentes de alho 
2 dl de azeite 
10g sal 
Pimenta preta qb 
Salicórnia qb 


Preparação:

Comece por cortar os lombos de bacalhau ao meio, eliminando a espinha central. 
De seguida, enrole o presunto em cada pedaço de bacalhau e leve ao forno com azeite durante 40 minutos à temperatura média (aprox. 140ºC). 
Coza as favas e a batata-doce com a pele. Depois de cozidas, reduza as favas a puré. 
Grelham-se as batatas cortadas às rodelas e o pimento. 
Faça o molho com o pimento pelado, alho, azeite, pimenta e sal, triturando tudo. 
Disponha num prato os preparados em camadas: primeiro a batata, depois o puré e, no topo, o bacalhau. Regue com o molho e sirva.

Bom apetite!


Receita gentilmente cedida pelo Grupo Desportivo da Gafanha, apresentada no “Concurso Prato Tradição & Prato Inovação”, na categoria “Inovação”, realizado no âmbito do Festival do Bacalhau 2017. 


NOTA: Publicado na Agenda "Viver em..." da CMI do mês de junho 


domingo, 18 de dezembro de 2016

Sport Club União Gafanhenses


Em 1947, o avô do Grupo Desportivo da Gafanha chamava-se Sport Club União Gafanhense. Posteriormente terá mudado de nome. Mais tarde veio o Grupo Desportivo da Gafanha.
Pessoa amiga, Margarida Bola, descobriu nos papéis que herdou algumas curiosidades, que publicarei num futuro próximo. Seu pai, João da Conceição Bola, sócio n.º 3 (na foto, à esquerda), e João Lé, irmão do Padre Lé (na foto à direita), eram dirigentes. E quem era os jogadores? Aqui deixo o desafio a todos. Quem poderá dar uma ajuda?

domingo, 19 de junho de 2016

Gafanha da Nazaré — Sétima Década

1970 – 1979
Santuário de Schoenstatt
Complexo Desportivo da Gafanha da Nazaré
A sétima década começou com o excelente entendimento verificado entre o Prior, Padre Domingos, e o seu coadjutor, Padre Miguel. Pessoalmente, testemunhei, como colaborar assíduo, esse entendimento, até porque, espiritualmente, estavam em sintonia. Ambos comungavam, há anos, os ideais schoenstattianos, razão que levou o Padre Miguel a optar pela Gafanha da Nazaré.
Com a saída do Padre Domingos para Salreu, a dinâmica paroquial intensificou-se com novos rumos no horizonte. Muitas famílias estavam ligadas a Schoenstatt e a cooperação com a paróquia era sintomática da unidade que se desejava entre lugares da freguesia. E foi nesta década que se implementou a determinação de levar a comunidade a apostar nos benefícios de mudanças apoiadas no estudo e na concretização de projetos credíveis e viáveis.
Começou a sentir-se a urgência de “dar uma volta” à organização paroquial. Porém, essa convicção não nasceu espontaneamente, mas foi fruto de muita reflexão de grupos convocados, que assumiram tarefas de transformação pela positiva.
O Vaticano II tinha terminado em 1965 e era preciso que as comunidades católicas se adaptassem aos novos e extraordinários desafios lançados pelo Concílio Ecuménico.
Mais estudantes, mais gente formada com cursos superiores, mais cultura e um certo desafogo económico abrem novos horizontes. Também o teatro se impôs, para além do que era habitual e que se traduzia em representações esporádicas em festas ocasionais, da catequese, da Ação Católica e outras. A moda dos festivais da canção também pegou entre nós. E o teatro aparece de forma mais organizada.
Em 25 de Abril de 1974 é posto fim ao chamado Estado Novo com a Revolução dos Cravos, que restituiu as liberdades fundamentais ao povo português.
Ainda em 1974, o Forte da Barra foi reconhecido como imóvel de interesse público, por decreto de 21 de Dezembro.
Novos serviços paroquiais são criados, em especial, Pastoral de Doentes (1973), Ministros Extraordinários da Comunhão (1975), grupo de jovens Talitha Kum (1977), Festival da Canção (1978), Agrupamento n.º 588 do Corpo Nacional de Escutas (1979) e o Stella Maris passa a desenvolver uma intervenção social e pastoral, logo depois do 25 de Abril. Ainda se iniciaram os projetos de construção de três capelas (assim chamadas na altura): Chave, Cale da Vila e Praia da Barra.
Em 20 de Março de 1976, por alvará emanado da Secretaria de Estado da Estruturação Agrária, foi cedida gratuitamente uma parcela de terreno, sito na Colónia Agrícola, à Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, para usufruto do Grupo Desportivo da Gafanha. O mesmo alvará adianta que «A cedência referida poderá ser rescindida nos casos legalmente previstos e designadamente se o usufrutuário não cumprir as obrigações a que fica adstrito, em especial as de, no prazo de cinco anos efetuar ou ter em vias de acabamento as obras necessárias à prossecução dos seus objetivos sociais». 
O Santuário de Schoenstatt foi inaugurado em 1979, passando a ser, a partir daí, um centro de espiritualidade de grande expressão na região.

Nota: Alguns temas apontados serão abordados mais tarde. 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Rua Complexo Desportivo

Homenagem a todos os que contribuíram
para a construção do Complexo Desportivo


Em boa hora batizaram uma rua da nossa terra com o nome de Complexo Desportivo da Gafanha. E digo em boa hora porque esse gesto reflete a importância de uma estrutura desportiva que, presentemente, acolhe centenas de atletas de todas as idades, em especial ligados ao Grupo Desportivo da Gafanha (GDG). Mas ainda reflete o esforço que diversas pessoas e entidades empreenderam para que o Complexo Desportivo fosse uma realidade.
Como é bem sabido, julgamos nós, os clubes amadores de futebol, que existiram na Gafanha da Nazaré, desde há muitas décadas, treinavam e jogavam em campos improvisados ou adaptados, minimamente, à prática do desporto-rei. Depois, por iniciativa da JAPA (Junta Autónoma do Porto de Aveiro), foi construído, no Forte da Barra, um campo, que foi posto à disposição do Grupo Desportivo da Gafanha, o mais representativo clube da nossa terra. Era um campo pelado, com balneários construídos para o GDG e que chegou a ter iluminação para treinos, já que os jogadores e treinadores tinham as suas profissões.
Nos finais da década de 60, do século passado, um gafanhão sugeriu os terrenos incultos da Colónia Agrícola como sendo a localização ideal para a instalação do novo campo de futebol do Gafanha, e em 20 de Março de 1976 o Secretário de Estado da Estruturação Agrária assina e autentica o Alvará de Cedência Gratuita à Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, para usufruto do Grupo Desportivo da Gafanha, de uma parcela agrícola com 8,5 hectares.

Entrevista que concedi ao "Correio do Vouga"

Foi à sombra da Igreja que surgiram  as principais instituições da Gafanha da Nazaré  A Gafanha da Nazaré, paróquia e freguesia, ...