quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

JORGE RIBAU BRINDA-NOS COM A CHORA

Receita


O prato 

A nossa gastronomia tem muito mérito com muitos sabores, mas tem estado um pouco esquecida, por culpa, naturalmente, dos mais velhos e mais cómodos. Todos gostamos de comer e apreciamos, sobremaneira, os pratos típicos que os nossos ancestrais nos legaram. E se não houver quem compreenda a riqueza das nossas tradições, que passam, inevitavelmente, pela culinária  e pela gastronomia, estamos condenados a deixar ir por água abaixo o que de melhor possuímos, matando a fome ou a necessidade de comer com o que nos oferecem, que nem água faz crescer na nossa boca, isto é, nem apetite nos abre ao prazer de saborear bons pratos. Mas, graças a Deus e à sensibilidade de um gafanhão,  o Jorge Ribau, que, com a coragem que não lhe falta, está a acordar-nos para os nossos práticos regionais, tudo poderá ser recuperado. E aqui revelo, por experiência própria, que a sua grande mestra, que sempre estimei na minha vida, foi sua saudosa avó, Dona Aurora, como a tratávamos.  Parabéns ao Jorge. 

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Para a história do Movimento de Schoenstatt na Gafanha da Nazaré

Texto publicado no jornal "Comércio do Porto"  em 29 de janeiro de 1985