sábado, 15 de janeiro de 2011

Costa Nova dos anos sessenta


Para quem não sabe, ou não recorda bem, a Costa Nova já teve a ria a beijar-lhe os pés. De uma qualquer esplanada, onde os cafés têm outro sabor, poderia conviver-se mais de perto com a maresia. Depois nasceu o largo com relva, árvores e passeios, que também terá as suas vantagens. Confesso, no entanto, que tenho saudades dos tempos em que a ria nos enchia os olhos e a alma, sem ser necessário ir à procura dela.

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Para a história do Movimento de Schoenstatt na Gafanha da Nazaré

Texto publicado no jornal "Comércio do Porto"  em 29 de janeiro de 1985