V – A Filarmónica Gafanhense não pode parar
A Filarmónica Gafanhense não pode parar. Executaram-se várias reformas e houve melhorias nas partes melódicas, harmónicas, percussão e até visual. Entre 1985 a 1990, todo o instrumental foi substituído por novas aquisições, tendo por base o “Lamiré normal”.
Em 2001, após convite formal, assumiu o cargo de director artístico o músico Arnaldo Manuel Seiça Ribeiro, da Gafanha de Aquém, freguesia de S. Salvador, Ílhavo, onde nasceu em 1957. Iniciou os seus estudos musicais de solfejo e clarinete em 1964, sob orientação de seu pai, músico executante de clarinete na Filarmónica Ilhavense. De 1965 a 1969, frequentou as classes de solfejo e acordeão, sob a orientação da professora Rosa da Silva Matos, participando, enquanto aluno desta professora, em espectáculos públicos, em diferentes localidades. Entre os anos de 1969 a 1971, integrou a Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo (Música Nova), como executante de clarinete, sob a direcção de Luís Catão. Em 1980, ingressa no Conservatório de Música de Aveiro “Calouste Gulbenkian”, na classe de piano e composição. Entre os anos de 1971 e 1999, integra grupos musicais de diferentes estilos, tendo efectuado diversos concertos por todo o País.
Participou em vários festivais de música ligeira, como compositor e intérprete, tendo efectuado inúmeros registos, gravando discos e participando em espectáculos ao vivo, com cantores de música ligeira. Leccionou a disciplina de Expressão e Educação Musical no ensino oficial desde 1981, tendo sido professor titular da classe de Acordeão no Conservatório de Aveiro, entre 1986 a 1989. Em paralelo, tem desenvolvido funções pedagógicas nas áreas da formação musical, em piano, órgão e acordeão. Frequentou o Curso de Direcção de Bandas com o professor Robert Houlihan.
A partir de Novembro de 2003, Fernando Manuel Tavares Lages, nascido a 18 de Junho de 1962, na Freguesia da Junqueira, Concelho de Vale de Cambra, assumiu a direcção artística da Filarmónica Gafanhense. Iniciou os seus estudos musicais na banda da sua terra, com 13 anos de idade, tendo ingressado na Banda de Música da então Região Militar Centro, sedeada em Coimbra, em 1979, aos 17 anos, como voluntário, onde permaneceu até 1982.
Durante vários anos passou por outras bandas militares e em 1998 foi convidado a assumir a direcção artística da Banda Recreativa União Pinheirense, onde permaneceu durante quatro anos. Em 2002, frequentou o curso de direcção de banda orientado pelos professores Robert Houlihan, Adelino Mota e Carlos Marques.
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