sexta-feira, 4 de maio de 2018
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Gafanha da Encarnação celebra aniversário
Paróquia foi criada há 90 anos

Como é sobejamente conhecido, da comunidade humana saiu a comunidade religiosa, com anseios, normais, de independência, em relação à freguesia e paróquia a que estava ligada — S. Salvador de Ílhavo. Daí nasceu o movimento que levou à constituição da freguesia, criada por Decreto número 12 612, publicado no DG número 250, primeira série, de 8 de novembro de 1926, em resposta «à representação de vários cidadãos eleitores do mesmo lugar, pela qual se verifica tal urgência».
O Decreto, assinado em 1 de novembro daquele ano pelo Presidente da República, António Óscar de Fragoso Carmona, e demais autoridades governamentais, esclarece que na nova freguesia está «integrado o lugar da Costa Nova do Prado».
A paróquia de Nossa Senhora da Encarnação, porém, só foi ereta canonicamente em 3 de maio de 1928 pelo Bispo-Conde de Coimbra, D. Manuel Coelho da Silva, diocese a que pertencia a nossa região. Nessa data, a nova paróquia é desmembrada da paróquia de São Salvador, de Ílhavo. Refere o Decreto do Bispo que no requerimento dos moradores do lugar da Gafanha da Encarnação e Praia da Costa Nova do Prado, freguesia de Ílhavo, se pede a criação de uma paróquia no lugar da Gafanha da Encarnação, tendo sido ouvido o pároco de Ílhavo. Diz ainda que «esta nova freguesia [paróquia] fica anexada à freguesia [paróquia] de Ílhavo até que tenha residência paroquial própria. Só depois disso lhe nomearemos pároco».
A paróquia de Nossa Senhora da Encarnação, porém, só foi ereta canonicamente em 3 de maio de 1928 pelo Bispo-Conde de Coimbra, D. Manuel Coelho da Silva, diocese a que pertencia a nossa região. Nessa data, a nova paróquia é desmembrada da paróquia de São Salvador, de Ílhavo. Refere o Decreto do Bispo que no requerimento dos moradores do lugar da Gafanha da Encarnação e Praia da Costa Nova do Prado, freguesia de Ílhavo, se pede a criação de uma paróquia no lugar da Gafanha da Encarnação, tendo sido ouvido o pároco de Ílhavo. Diz ainda que «esta nova freguesia [paróquia] fica anexada à freguesia [paróquia] de Ílhavo até que tenha residência paroquial própria. Só depois disso lhe nomearemos pároco».
Entretanto, o primeiro pároco, Padre João Vieira Rezende, foi nomeado, tendo exercido funções entre 10 de novembro de 1928 e 1948. A elevação a vila aconteceu em 9 de dezembro de 2004, no âmbito da Assembleia da República, nos termos da alínea c) do artigo 161.o da Constituição.
A promulgação do Presidente da República tem data de 7 de janeiro de 2005. No requerimento enviado à Assembleia da República, para além das notas histórias sempre importantes, sublinha-se a evolução crescente da freguesia, quer ao nível social e demográfico, quer cultural e económico.
Fernando Martins
“ÍLHAVO – Terra Milenar”
Subscrever:
Comentários (Atom)
ARQUIVO DO BLOGUE
-
►
2025
(6)
- ► dezembro 2025 (1)
- ► setembro 2025 (5)
-
►
2024
(9)
- ► setembro 2024 (1)
- ► julho 2024 (7)
- ► março 2024 (1)
-
►
2023
(14)
- ► outubro 2023 (1)
- ► setembro 2023 (2)
- ► agosto 2023 (11)
-
►
2019
(8)
- ► agosto 2019 (1)
- ► junho 2019 (1)
- ► março 2019 (2)
- ► janeiro 2019 (3)
-
▼
2018
(19)
- ► dezembro 2018 (2)
- ► novembro 2018 (1)
- ► outubro 2018 (1)
- ► setembro 2018 (2)
- ► julho 2018 (3)
- ► abril 2018 (1)
- ► março 2018 (1)
- ► fevereiro 2018 (2)
- ► janeiro 2018 (4)
-
►
2017
(23)
- ► dezembro 2017 (2)
- ► novembro 2017 (5)
- ► outubro 2017 (2)
- ► setembro 2017 (1)
- ► agosto 2017 (2)
- ► março 2017 (4)
- ► fevereiro 2017 (3)
- ► janeiro 2017 (3)
-
►
2016
(49)
- ► dezembro 2016 (1)
- ► novembro 2016 (5)
- ► outubro 2016 (5)
- ► setembro 2016 (9)
- ► agosto 2016 (2)
- ► julho 2016 (5)
- ► junho 2016 (4)
- ► abril 2016 (6)
- ► março 2016 (6)
- ► fevereiro 2016 (2)
- ► janeiro 2016 (1)
-
►
2015
(8)
- ► dezembro 2015 (4)
- ► novembro 2015 (4)
-
►
2013
(102)
- ► junho 2013 (4)
- ► abril 2013 (20)
- ► março 2013 (18)
- ► fevereiro 2013 (19)
- ► janeiro 2013 (35)
-
►
2012
(264)
- ► dezembro 2012 (25)
- ► novembro 2012 (37)
- ► outubro 2012 (35)
- ► setembro 2012 (35)
- ► agosto 2012 (31)
- ► julho 2012 (45)
- ► junho 2012 (5)
- ► abril 2012 (7)
- ► março 2012 (8)
- ► fevereiro 2012 (12)
- ► janeiro 2012 (18)
-
►
2011
(128)
- ► dezembro 2011 (5)
- ► novembro 2011 (8)
- ► outubro 2011 (9)
- ► setembro 2011 (8)
- ► agosto 2011 (8)
- ► julho 2011 (9)
- ► junho 2011 (9)
- ► abril 2011 (19)
- ► março 2011 (16)
- ► fevereiro 2011 (12)
- ► janeiro 2011 (10)
-
►
2010
(63)
- ► dezembro 2010 (3)
- ► novembro 2010 (5)
- ► outubro 2010 (7)
- ► setembro 2010 (10)
- ► agosto 2010 (11)
- ► julho 2010 (11)
- ► junho 2010 (5)
- ► fevereiro 2010 (3)
- ► janeiro 2010 (8)
-
►
2009
(92)
- ► dezembro 2009 (5)
- ► novembro 2009 (12)
- ► outubro 2009 (11)
- ► setembro 2009 (4)
- ► agosto 2009 (9)
- ► julho 2009 (6)
- ► junho 2009 (5)
- ► abril 2009 (6)
- ► março 2009 (12)
- ► fevereiro 2009 (5)
- ► janeiro 2009 (7)
-
►
2008
(72)
- ► dezembro 2008 (1)
- ► novembro 2008 (5)
- ► outubro 2008 (10)
- ► setembro 2008 (6)
- ► agosto 2008 (7)
- ► julho 2008 (19)
- ► junho 2008 (13)
-
Há livrinhos que ficam perdidos nas prateleiras e só vêem a luz do dia quando nos caem nas mãos ou no chão. "O Profeta", de Khalil...
-
O mar já andou por aqui... E se ele resolve regressar? Não será para o meu tempo, mas pode acontecer um dia!
-
É sempre um prazer apreciar imagens do tempo dos nossos avós, com a ria a marcar presença indelével. A própria imagem dá a informação pre...

