sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Para a história do Porto de Aveiro




Ofício n,º 487, de João Ribeiro Coutinho de Lima, Engenheiro Diretor da JARBA, dirigido a Joaquim Francisco de Melo, guarda, a solicitar informação e levantar autos a Artur da Silva Tavares Espeta, do lugar da Cavada, e Augusto Soares de Andrade, da Rua do Cabeço de Baixo, por terem cortado ervagens “em maninhos não arrematados”. – Aveiro, em 23 de Junho de 1948 – [19 f., 27,3 cm. 

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Filarmónica Gafanhense

Subsídios para a sua história


Filarmónica Gafanhense,
 junto ao Stella Maris

A Filarmónica Gafanhense é uma instituição cuja história não pode cair no esquecimento. Sendo a mais antiga associação musical do concelho de Ílhavo, ela precisa de ficar assinalada como digna de mérito e do seu passado, com origem na sede do nosso município. Os registos históricos não podem escamotear a verdade. Por isso, neste escrito, pude escrever o que foi possível averiguar. Urge, contudo, continuar a atualização dos dados, sem perder o fio à meada. Nessa linha, peço à atual direção e a outras pessoas elementos para que seja viável a sua sintetização. Fico, pois, a aguardar.

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Fórum Municipal da Maior Idade

Inauguração: 7 de janeiro, pelas 18.30 horas




«Na próxima segunda-feira, 7 de janeiro de 2013, pelas 18h30, a Câmara Municipal de Ílhavo inaugura o Fórum Municipal da Maior Idade.
Localizado no antigo Jardim de Infância da Cale da Vila, na Gafanha na Nazaré, o Fórum Municipal da Maior Idade é um projeto inovador nos seus propósitos e conceito base, tendo como objetivo principal a criação e manutenção de condições favoráveis para o envelhecimento ativo e para a solidariedade entre gerações.
Numa aposta de concretização através da realização de diversas atividades, dinamizadas de forma integrada pelas Instituições envolvidas, devidamente enquadradas em eixos estratégicos de intervenção, a Câmara Municipal de Ílhavo assinou no passado 10 de setembro de 2012, integrado na Semana da Maior Idade 2012, um conjunto de Protocolos de Cooperação para a criação deste Fórum Municipal.
No arranque deste projeto, a CMI terá como parceiros a Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, a Obra da Providência, o Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré, a Fundação Prior Sardo, a Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, a Associação de Pais e Amigos das Crianças da Gafanha da Encarnação, a Associação de Solidariedade Social da Gafanha do Carmo e a Associação Aquém Renasce.»

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Fonte: CMI

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Gafanha da Nazaré: Avenida José Estêvão à espera de obras


Alterações pontuais ao Estudo Urbanístico n.º 27 

A CMI deliberou aprovar duas alterações pontuais ao Estudo Urbanístico n.º 27 da Avenida José Estêvão, na Gafanha da Nazaré, nomeadamente, estabelecer um novo alinhamento do edificado para o gaveto entre a Av. José Estêvão e a Rua Augusto Gil, bem como uma resolução do complexo cruzamento existente entre a Av. José Estêvão, Rua S. Rui, Rua Afonso de Albuquerque e Rua Augusto Gil. A autarquia ainda pretende promover a consolidação do quarteirão agregado à Rua D. Manuel Trindade Salgueiro, requalificando a área de intervenção e aumentando o espaço público e a permeabilidade urbana. 

Fonte: CMI 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 325


POSTAL DO PORTO - 190 


VIMOS DE LÁ TÃO LONGE… 

Caríssima/o: 

Reiniciemos uma viagem, interrompida algures, mas questionada, solicitada e requerida várias vezes e de alguns modos. Agora, por alvitre do administrador do blogue, se mo permitirdes, e embora com algumas dificuldades, retomo-a. 
Começo no número 190, número redondo que na circunstância não assume qualquer simbologia, é apenas um número; neste caso, é a continuação de uma sequência iniciada em agosto de 1973 e que foi sendo publicada até ao número 189, em dezembro de 1994. 
Ou seja, a um ciclo de vinte anos de publicação, seguiram-se quase outros vinte com diferentes escritos e suportes. Sempre no mesmo espírito de fazer memória do passado, com os olhos no futuro, mas os pés bem assentes no presente, inicia-se este novo ciclo que só Deus sabe até onde nos levará. 
Àqueles que já nos conhecemos, apenas direi que da minha parte não vos darei mais do que aquilo que esperais: escritos curtos, sem pretensões nem intenção de substituir o sermão do pregador da quaresma, tão só imagens fugidias do passado ou impressivas do presente e sempre à espera do vosso comentário, sugestão ou correção. 
Aos novos ou que só agora me acompanharem, peço a vossa compreensão e a desculpa pelo esforço que fareis para entender/atingir a largura da nossa passada. Podeis contar com a minha total disponibilidade para esclarecer ou corrigir algum ponto disforme, confuso ou retorcido. 
Como o postal é do Porto, certo, certo mesmo, daqui partirei por vezes e para muitas direções; contudo, normalmente, o ponto de chegada será a borda da Ria. 
Não resta mais, creio, que desejar um 

Bom Ano! 

Manuel 

NOTA: Imagem da rede. 
 

domingo, 30 de dezembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 324

PITADAS DE SAL – 54 



Caríssima/o:

Pitada a pitada, semana a semana, fomos andando por aí, como agora se diz. Não sei se éramos muitos se poucos, mas a mim deu-me muito prazer, qual galgo à solta, andarilhar como perdido à busca de memórias vividas. É tempo de resguardar o sal (agora tem de ser com um plástico…).
Mas, antes de me ir embora afastando-me das marinhas, permiti que abrace um velho amigo que, ao longo dos anos me acompanhou e proporcionou aventuras as mais fantásticas e incríveis, qual delas a mais inesperada… Não minto se vos disser que, sentado à minha beira, com a Madalena e minha Mulher, reviveu e recontou muitas destas pitadas. Obrigado, Baltazar!
Demos então a voz ao poeta que reservei para hoje:

O SAL DA LÍNGUA 

Escuta, escuta: tenho ainda
uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei, não vai
salvar o mundo, não mudará
a vida de ninguém - mas quem
é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido
da vida de alguém? 


Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha
que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco
mais. Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua. 


Eugénio de Andrade

A todos desejo um 2013 pleno de saúde, felicidade, paz e amor!

Manuel






sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Padre Carvalhais vai ser homenageado no domingo





Nota: Felicito o meu bom amigo pela homenagem que lhe vai ser prestada, com a presença do Bispo de Aveiro, D. António Francisco dos Santos. Admiro-o pelo seu testemunho de presbítero, presentemente ao serviço do Povo de Deus em Vagos, mas também pelo exemplo de cidadão lúcido, comprometido na luta por um mundo de mais justiça social, e interveniente na defesa dos mais frágeis da sociedade.

FM

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Saneamento Básico da Gafanha da Nazaré

Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré

  
A Câmara Municipal de Ílhavo informa que  a empresa “Águas da Região de Aveiro (AdRA)” lançou a concurso, hoje, 27 de dezembro, a grande obra de saneamento básico na cidade da Gafanha da Nazaré, incluindo também a área mais antiga — norte — da Zona Industrial da Mota, na Gafanha da Encarnação. Esta obra tem um período de execução de um ano e comporta um investimento previsto de 13 247 000 euros, sendo a AdRA a assumir os custos respeitantes à rede de águas residuais e a CMI a assumir os custos da rede de águas pluviais. Cada uma das entidades assumirá o pagamento de 50% das repavimentações das vias intervencionadas. Em condições normais, as propostas serão abertas no dia 7 de fevereiro de 2013,  podendo as obras ter o seu início no segundo trimestre de 2013.
A referida obra de saneamento básico da Gafanha da Nazaré é a maior das previstas no plano de investimento da AdRA para o Município de Ílhavo, e a que vai servir mais Cidadãos, completando a lista de trabalhos que vão ser financiadas pelos Fundos Comunitário do atual QREN.

Fonte: CMI

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 323

PITADAS DE SAL – 53





FIGURAS DO MEU PRESÉPIO 

NATAL – 2012 

Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, 
com que o haveis de temperar? 
Tende sal em vós mesmos, 
e guardai a paz uns com os outros. 
Marcos 9:50 

Caríssima/o:

Estava tentado a escrever que este ano de 2012 passou muito depressa e quase me parece que não teve os dias todos, quando afinal até houve o 29 de fevereiro. Andámos pelas marinhas e, entretidos, o Natal surpreende-nos! 
Seguindo a tradição, vamos convocar algumas figuras que, com a ajuda de meus Netos, disporemos no Presépio que todos os anos reconstruímos. 

Porque mais jovem tem a primazia: o Ângelo, muito ao seu jeito, suave mas com firmeza, requisita o seu lugar. Se o não conhecesse, dir-lhe-ia que esperasse e deixasse acantonar os mais avançados na idade. Mas decidido como está, tem mesmo de ser, caso contrário estamos sujeitos àquela furiazinha do stique a voar para as nossas canelas como no tempo dos jogos na eira. Deixai que recorde desses tempos a paixão que tinha pela fotografia… Ainda hoje me admiro como nos metíamos num quarto escuro onde manobrava os ácidos e sais para «prender» as imagens ao papel! Aquele cheiro ao amoníaco ainda aqui está! E o Ângelo foi moço na Novazinha das Canas que era a marinha onde o ti Manel Elviro imperava como marnoto! Não adianto mais… Ali fica ele perto do lago a recordar essa faina e a engenhar como arranjar uns cobres para comprar papel para mais umas experiências.

Tantos marnotos! Só um ficará por todos. Vou convidar o ti Zé Lé, marnoto da Nojeira, para se sentar e ir desfiando o seu rosário naquela voz pausada e um tanto roufenha. Era também pedalada certa e vagarosa a que puxava a bicicleta que o levava à bateira.

De proprietários também a escolha não é fácil; mas o que ficou mais presente na imaginação foi o ti Zé Vieira, sem dúvida por ser o dono da Novazinha das Canas e eu privar muito com o respectivo marnoto. Demos-lhe espaço de largo que bom jeito lhe fará… 

Pescador nas marinhas só «conheci» um, o meu tio António João e já aqui expliquei a razão. Portanto, ponhamos-lhe a foice na mão e deixemo-lo à vontade que não gosta de se ver muito preso. 

Dos que iam ao bacalhau, só vou convidar o ti Artur Calção. Foi salgador e conversámos muito sobre a vida a bordo. E recordo o seu olhar triste quando desabafava: “Olha, rapaz, foram mais de cinquenta anos de mar… para ter esta miséria de reforma!” E a voz sumia-se…

Vamos então pela última figura!... Qual? 

O matador dos porcos. Fica pacificamente sentado o ti João André que, depois de morto e desmanchado o animal, vai aconchegar na salgadeira com sal novo a carne para governo da casa. 

E ficaríamos por aqui, quando um dos netos me interpela: “Ó Avô, e se puséssemos neste canto a bateira…” Como poderia resistir?! Venha a bateira!... 

A todos muitas e Boas-Festas! 

Manuel

Ceia de Natal - as mulheres das secas

Ana Maria Lopes,
no Marintimidades





"Aproxima-se o Natal… a ceia… bacalhau cozido com todos como uma das nossas principais tradições gastronómicas natalícias.
É confrangedor que ele não possa, sobretudo este ano, mimosear as mesas de todos os portugueses.
E por associação a bacalhau, recordemos o trabalho árduo das mulheres, nas secas.
Com o andar dos tempos, com o avanço das tecnologias, com regras mais higiénicas, com as exigências da ASAE, com a competição aguerrida, viriam a acabar, mas, para amostra, nem uma, naquele seu tabuado acastanhado, trincado, nos seus extensos armazéns, na sua carpintaria consertadora dos dóris, nos tanques/lavadouros, frequentemente exteriores e rústicos, singulares e típicos carros-de-mão de roda de ferro e, sobretudo, naquela vastidão imensa do «secadouro», com as tradicionais «mesas» de arame para exposição do «fiel amigo» ao sol."

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domingo, 23 de dezembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 322


PITADAS DE SAL – 52 



ONDE VOCÊ COLOCA O SAL? 

Caríssima/o: 

Nesta quadra e com o tempo que sopra violento lá fora a tentação de nada bulir é forte… 
Porém, a magia que se respira e gostaríamos de espalhar como pozinhos de perlimpimpim, lá nos anima a prosseguir. 
Deixo-vos com um “conto” em que o sal é fundamental para a conclusão… E esta, sim, pode aproximar-nos do Menino… 

«Certo dia, um velho Mestre enxergou ao longe um dos seus discípulos preferidos que estava cabisbaixo e aparentando profunda tristeza. Lentamente, aproximou-se e pediu ao jovem que colocasse um punhado de sal num copo de água e bebesse. 
Logo o Mestre perguntou: “Qual é o gosto?”. 
E o discípulo respondeu: “Ruim”. 
Com um leve sorriso nos lábios, o Mestre indicou ao jovem que o seguisse até à beira de um lago nas proximidades. Ali chegando, disse ao jovem que novamente enchesse a mão com sal e atirasse para a água do lago. 
A seguir o velho Mestre disse ao discípulo: “Beba um pouco dessa água”. 
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: ”Qual é o gosto?”. 
Assim que terminou de sorver o líquido, o rapaz respondeu: ”Bom!” 
O Mestre perguntou: ”Você sente o gosto do sal?” 
E o jovem disse: ”Não”. 
Então o Mestre sentou-se ao lado do jovem, pegou nas suas mãos e falou: “A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. Por outras palavras: É deixar de Ser copo para se tornar um Lago.”» 

Manuel



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

MMI - Aquário de Bacalhaus vai ser inaugurado

13 de janeiro – 16.30 horas



No dia 13 de janeiro, data celebrativa dos 115 anos da restauração do Município de Ílhavo, vai ser inaugurado o Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo. Trata-se de uma obra localizada nos terrenos mais a norte dos espaços exteriores da antiga Escola Preparatória de Ílhavo, atual CIEMar-Ílhavo, estando garantido que representará um novo elemento de atração do nosso município. Também contribuirá para a dinamização do turismo e do setor económico local, bem como complementará o discurso expositivo do MMI, iniciando a sua nova vida de tripla dimensão: museu, investigação e aquário. Com esta inauguração, concluem-se as comemorações dos 75 anos do MMI.

Fonte: CMI


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Rabanadas para a Ceia de Natal


Rabanadas




Ingredientes

1 pão de kg (cacete, que dê boas fatias)
Óleo para fritar
Leite qb
Ovos
Canela
Açúcar
1 casca de limão
1 pau de canela


Confeção

Fatie o pão, com a espessura de cerca de 1 cm. Ponha uma frigideira ao lume e leve o óleo à fervura. Encharque o pão no leite (amornado com casca de limão e o pau de canela) e depois nos ovos batidos e leve a fritar. 
Depois de fritas, passe rabanadas por uma mistura de açúcar e canela. 

Bom apetite para a Ceia de Natal

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Aveiro: Festas de São Gonçalinho

10 a 14 de janeiro


«Já com os cartazes nas ruas, os grupos musicais contratados e todos os preparativos acautelados, está tudo pronto para as Festas de São Gonçalinho, que decorrem entre os dias 10 e 14 de Janeiro.
Fruto do trabalho da Mordomia de São Gonçalinho, “vamos ter uma festa com alma de Aveiro”, defende Fernando Catarino, o actual Juiz da Mordomia, explicando que “o cartaz musical é, praticamente, composto por talentos locais e, até o grupo mais forte, Os Deolinda, têm um elemento de Aveiro”.»
 
Texto e foto do Diário de Aveiro

domingo, 16 de dezembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 321

PITADAS DE SAL – 51 



SAL… E O BACALHAU 



Caríssima/o: 

Quem percorrer os caminhos do sal da nossa Ria, encontrará logo no seu início o bacalhau; creio mesmo que nem valerá a pena falar da importância do sal na conservação do nosso rei dos peixes. Todos dizem que para o desenvolvimento desta pesca foi fundamental a existência das nossas marinhas. 

O navio ia carregado com sal; apanhado o bacalhau e trazido para o respetivo tratamento para bordo, chegava o momento mais delicado de toda a safra: a salga. Mais delicado e talvez mais duro. 

O bacalhau ia para o porão para ser salgado. Com a escotilha quase sempre meia fechada, para proteger o bacalhau da chuva e dos golpes de mar, com pouca luz e o mau cheiro intenso, os salgadores, de joelhos, com as roupas de oleado, à luz de velas de estearina, de gatas sobre os peixes que iam empilhando e acamando simetricamente uns sobre os outros, bem acamados, deitavam, baseados na sua prática, mão cheia de sal atrás de mão cheia sobre o peixe, ficando entre cada camada de peixe uma bem doseada camada de sal, que passava então a ser "bacalhau verde". 

O Galafanha fica para a história

Este meu blogue vai continuar no ciberespaço para memória futura. Poderá sempre ser consultado. A partir de hoje, passarei a estar apen...