sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Férias e Dias Divertidos – Natal 2012




A Câmara Municipal de Ílhavo aprovou a realização do Programa Municipal Férias e Dias Divertidos Natal 2012 para crianças e jovens com idades compreendidas entre os seis e os 15 anos. O programa integra atividades desportivas e culturais, tendo como objetivo proporcionar condições que conduzam a uma melhor qualidade de vida dos participantes. 
As referidas atividades desenvolvem-se entre 17 e 21 de dezembro e entre 26 e 28 do mesmo mês. As inscrições, limitadas ao número de vagas, serão aceites nas Piscinas Municipais de Ílhavo e da Gafanha da Nazaré a partir de 3 de dezembro até uma semana antes do início do programa. 
Sublinhe-se a importância de ocupar de forma saudável as nossas crianças e jovens, na ausência de atividades letivas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Novos passadiços da Praia da Barra



Iniciaram-se as obras de requalificação da frente urbana/mar da Praia da Barra, com a construção dos novos passadiços sob a responsabilidade da Agência Portuguesa de Ambiente, após a execução do projeto por Técnicos da Câmara Municipal de Ílhavo. Entretanto, vão ser desativados os atuais, cuja vida útil terminou há cerca de dois anos. Esta intervenção tem um custo de cerca de 300 mil euros e é cofinanciada pelos fundos comunitários do PORCentro em 85%, sendo a contrapartida nacional assegurada pela APAmbiente/MAMAOT. 

Rua Afonso de Albuquerque


Rua Afonso de Albuquerque

A minha rua
Maria Júlia Sardo

Como todas as ruas da Gafanha da Nazaré, a minha começou por ser um caminho desbravado e pisado pelos pés das pessoas. Era estreito e foi alargando, porque era necessário passar com os carros de bois, amanhar as terras, que apelidavam de “crastas”. 
Entretanto, os filhos dos proprietários das mesmas foram construindo as suas casas, ao longo do caminho, alargando-o. 
Como o Sr. Luís Pires tinha um armazém onde guardava as suas camionetas, que faziam o transporte de areias, houve necessidade de alargar o caminho um pouco mais e ensaibrá-lo. Segundo ouvi, de uma Senhora, foi quando construiu a sua casa, mais ou menos há quarenta anos, que a rua foi alcatroada. 
Disseram-me, também, que esta rua era conhecida por “rua das conhoeiras” (palavra da família de conhão; significava bocado de…), porque existiam meia dúzia de casas das conhoeiras e janicas.Mais tarde, com a necessidade dos carteiros identificarem as ruas, foi-lhe atribuída a letra “L”.  Quando a minha casa lá foi construída, há 28 anos, já tinha o nome de um grande homem: Afonso de Albuquerque. 

Festilha - Festival de Tunas

 Centro Cultural da Gafanha da Nazaré
Sábado, 24 de novembro, 21.30 horas



 Festilha é um dos maiores e melhores festivais de Tunas do país organizado por uma Câmara Municipal. Estabelecido como um dos mais relevantes eventos culturais do Município de Ílhavo e com o apoio da Tuna Universitária de Aveiro é com enorme satisfação que este ano se irá realizar a XIV Edição do Festilha. Uma noite memorável onde a irreverência, a jovialidade e a alegria contagiante do espírito académico serão os ingredientes principais

Fonte: CMI

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ENVELHECER ATIVAMENTE



Carregando Moliço


João Sarabando, um conhecido publicista de Aveiro, terra e região que o envolveram imenso, recolheu esta foto que veio a ser publicada no livro "AVEIRO - Imagens de um Século (Do espólio de coisas de Aveiro deixado por João Sarabando)", organizado por Jorge Sarabando. Na legenda diz que se refere aos anos 70 do século passado. 
Importa mostrar, a meu ver, esta e outras imagens dos meus tempos de menino e jovem, como marcas indeléveis de um passado de muito trabalho e luta persistente, que tive o grato prazer de testemunhar. Não com vontade de que esses tempos voltem, mas em jeito de homenagem aos nossos antepassados. 

domingo, 18 de novembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 317

PITADAS DE SAL – 47


E OS PROPRIETÁRIOS DAS MARINHAS?!..

Caríssima/o:

As marinhas tinham donos (os proprietários) e havia pessoas que nelas trabalhavam: os marnotos, os moços, as mulheres... 
Nos tempos que já lá vão (há 50, 60 e mais anos…), tínhamos vizinhos em todas estas «classes». Com que deferência eram tratados os nossos patrícios donos de marinhas de sal! E na memória coletiva pairava a ideia de «pessoas ricas». 
Também os marnotos estavam uns degraus acima dos artistas nas várias profissões; trabalhavam muito e no duro, mas gozavam da fama de que tinham dinheiro. 

Mas afinal de quem são as marinhas?
Com vossa licença vou desdobrar algumas páginas que nos apresentam dados concretos e curiosos:

sábado, 17 de novembro de 2012

Feira Solidária

Uma boa oportunidade para preparar o Natal




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Bebeteca na Biblioteca de Ílhavo


Sempre aprendi que é de pequenino que se torce o pepino. Aprendi e continuo a acreditar na oportunidade do velho ditado. É desde a meninice que se aprendem bons hábitos e se formam caracteres.
Ao folhear a Agenda "Viver em..." da CMI, os meus olhos fixaram-se nesta belíssima imagem que antecede a informação sobre a Bebeteca existente na Biblioteca Municipal de Ílhavo. Funciona aos sábados e está, naturalmente, aberta aos bebés e seus acompanhantes, de preferência os pais. Ali, pelo que se  deduz com facilidade, as crianças, mesmo as de  tenras idades, podem familiarizar-se com os livros, o que muito contribuirá para que em adultos se assumam como leitores regulares. É, pois, preciso aproveitar estas oportunidades educativas. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fruta da Época...

Maria Donzília Almeida


Menina Olga

O nosso local de trabalho é o espaço multifacetado e privilegiado para o exercício das relações humanas. Aqui se somam responsabilidades, se multiplicam conflitos, se dividem tarefas, se subtrai tempo, mas onde também se partilha, quase tudo. 
A Escola é um local vocacionado para a partilha de saberes, de sentimentos, de emoções, que acompanham qualquer elemento da comunidade educativa. Aos saberes, vêm associados os sabores que, sazonalmente aparecem nas atividades pedagógicas que envolvem toda a comunidade escolar. 
Ainda, há pouco tempo, foram degustados os sabores de uma variedade de sopas da região, onde houve partilha e altruísmo dos restaurantes locais. 
Devo, particularmente, referir aqueles sabores que dos pomares, chegam até ao bar da sala dos professores, pela mão dos seus donos. Assim, vêm, até nós, as cerejas, na primavera, ameixas, no verão, figos, romãs, fisális, maçãs, uvas no outono, os citrinos, no inverno. Hoje mesmo, chegou uma cesta de chuchus, para distribuir pelos colegas. Até o limão, que pertence à classe menos nobre da fruta, aqui é partilhado, por igual. Não fosse, ainda, desconhecido de muita gente, o conselho de Dale Carnegie, “Dum limão....faz-se uma limonada!” e o meu limoeiro estaria, em apuros, para satisfazer todas as encomendas! 

Semana Europeia de Prevenção dos Resíduos 2012



“Menos Lixo, Mais Poupança” 

O Município de Ílhavo adere à Semana Europeia de Prevenção dos Resíduos, que decorrerá de 17 a 25 de novembro, composta por um vasto conjunto de iniciativas, visando a sensibilização dos cidadãos para a necessidade de redução da produção de resíduos. 
Neste ano de 2012, a Câmara Municipal de Ílhavo, em parceria com a SUMA, deu continuidade à nova campanha de sensibilização de redução da produção de resíduos sólidos urbanos – RSU, subordinada ao tema “Menos Lixo, Mais Poupança”, tendo como principal objetivo apresentar maneiras de produzir menos lixo, beneficiando ao mesmo tempo de vantagens individuais e financeiras. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia Nacional do Mar: 17 de novembro

Museu Marítimo de Ílhavo, sábado, 17 horas 




Atribuição do Prémio Octávio Lixa Filgueiras 
do Museu Marítimo de Ílhavo — 1.ª edição 

A atribuição do primeiro Prémio de estudos em cultura do Mar do Museu Marítimo de Ílhavo, o Prémio Octávio Lixa Filgueiras, presta homenagem ao notável arquiteto naval e etnólogo de culturas marítimas, cujo espólio pertence ao MMI. Trata-se de um acontecimento singular na vida de um museu que celebra em 2012 os seus 75 anos de existência. 
O referido prémio, bienal, destina-se a incentivar e distinguir trabalhos de invulgar qualidade na área temática da cultura do mar 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Instituições recebem material resultante das tampinhas

Texto de Carla Real

Joana Pontes

Joana Pontes entregou mais quatro toneladas de tampas, que se converterão em material ortopédico, a ser distribuído no dia 21

«No âmbito do projecto “Vamos pôr esta Ideia a Andar”, foram, recentemente, entregues mais de 4,2 toneladas de tampas, que reverterão em ajudas técnicas para instituições do município de Ílhavo.
Será no próximo dia 21, pelas 18.30 horas, na Biblioteca Municipal de Ílhavo, que o material ortopédico será distribuído pelas seguintes instituições: Lar de S. José (em Ílhavo), CASCI (Centro de Acção Social do Concelho de Ílhavo), Bombeiros de Ílhavo, CERCIAV (Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Aveiro) e Lar de N.a Sr.a da Nazaré (na Gafanha da Nazaré).»

domingo, 11 de novembro de 2012

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 316

PITADAS DE SAL – 46 



ESTALEIROS DE BATEIRAS 


Caríssima/o: 

Falar de sal é evocar a vida; sal é vida. 

Para fabricar o sal a gigantesca roda da vida funcionava em pleno. Contemplar a faina dos nossos marnotos era um mergulho na mais extraordinária “colmeia”. O número de bateiras que se movimentavam para e pelas marinhas era incontável. Quem as construía? Onde? 
Podemos dizer que as margens da Ria eram um imenso, enorme estaleiro. Os navios tinham a sua zona, ali nos estaleiros Mónica e, mais tarde, em S. Jacinto (esqueçamos por momentos os estaleiros do Bico da Murtosa!). Para estes navios eram construídos dezenas de botes, nas “oficinas” das secas. Mas as bateiras, nasciam nos locais mais incríveis e depois eram levadas em carros de bois, em alegre cortejo, para o bota-abaixo no esteiro mais próximo. (Na freguesia do Monte, na Murtosa, há uma rua, a Rua dos Construtores Navais, de onde saíam bateiras em meados do século passado.) Do muito que se poderia escrever e carrear, apenas dois recortes. 

Primeiro, Gaspar Albino leva-nos até Aveiro, ao canal de S. Roque:

O Galafanha fica para a história

Este meu blogue vai continuar no ciberespaço para memória futura. Poderá sempre ser consultado. A partir de hoje, passarei a estar apen...