quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dia Mundial do Mar - 27 de setembro

A UA e a economia do mar: o posicionamento da investigação na cadeia de valor da inovação



«O Dia Mundial do Mar, que se assinala hoje, 27 de setembro, motiva o texto de opinião de Joaquim Macedo de Sousa, gestor de Ciência e Tecnologia e investigador da Universidade de Aveiro. O investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) chama a atenção para a desproporção entre o consumo de peixe per capita, em Portugal, e a percentagem desse peixe que é produzido no país, algo que merece reflexão no contexto da atual situação económica. Por outro lado, alerta para o papel das universidades na inovação e expansão da economia do mar.»

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AVEIRO: Dia Mundial do Imigrante

No Cais da Fonte Nova


«No próximo domingo, dia 30 de setembro, durante todo o dia o Cais da Fonte Nova vai ser o palco das comemorações do Dia Municipal do Imigrante.
Organizado pela autarquia em colaboração com diversas entidades, será assinalado o Dia Municipal do Imigrante com vista à valorização das comunidades estrangeiras residentes no concelho de Aveiro dando visibilidade ao trabalho que desenvolvem.
Estas comemorações permitirão um melhor conhecimento das populações imigrantes do concelho através da realização de atividades promotoras da interculturalidade e facilitadoras da integração dos imigrantes na sociedade portuguesa em vários domínios, tais como, educação, sensibilização da opinião pública e participação na vida local.
As atividades irão decorrer durante todo o dia e integram mostra gastronómica, dança, teatro, música, exposição, workshops, entre outras ações.»

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Parque Desportivo da Costa Nova

Obras vão começar 



 A obra de construção do novo Parque Desportivo da Costa Nova, na zona do antigo campo de futebol de onze, vai iniciar-se no próximo dia 15 de outubro de 2012. Avisa a CMI que todas as ocupações dos terrenos de domínio público marítimo que não forem retiradas até ao dia 14 de outubro de 2012, serão removidas pelas operações iniciais da referida obra, que também vai qualificar em termos ambientais a área em causa.

A nossa gente: Gabriel Ribau Nunes


Gabriel Ribau


A nossa terra (como as demais) foi feita por todos os que aqui nasceram e pelos que a  adotaram  como sua. Por norma, fala-se muito dos que exerceram cargos políticos ou que desenvolveram atividades profissionais, sociais, culturais, religiosas ou outras com certo destaque. Mas há imensa gente que, muitas vezes no anonimato, deram e continuam a dar contributos meritórios Hoje apresento aos meus leitores um amigo que vive a sua viuvez com a coragem necessária, evocando o seu passado e presente com serenidade. Aceita, no fundo, a vida tal como ela é. 

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Rotary de Ílhavo promove Espetáculo Musical

Centro Cultural de Ílhavo - 4 de outubro, 21.30 horas



O Rotary Club de Ílhavo promove no próximo dia 4 de outubro, pelas 21:30 horas, no Centro Cultural de Ílhavo, um Espetáculo Musical cuja receita reverte para as Instituições Lar de S. José (Património dos Pobres de Ílhavo) e Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, entidades que atravessam neste momento grandes dificuldades financeiras para poderem socorrer quem mais necessita. 
Aliando no mesmo serão a solidariedade, o canto e a música assegurados por grupos que garantem desde logo um espetáculo de qualidade e até alguma irreverência, esta é mais uma forma que o Rotary Club de Ílhavo encontrou para colaborar com Instituições que atravessam também elas momentos muito difíceis. 
Este evento pretende ser um apelo a uma maior consciencialização de todos, quer para os graves problemas que assolam as Instituições de Solidariedade em geral, quer para a necessidade de todos os recursos financeiros disponíveis, e que são cada vez mais escassos, serem por elas geridos com o máximo de aproveitamento, na valorização da qualidade de vida e da dignidade humana. 
Os grupos presentes neste espetáculo musical são o Orfeão da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo, Orfeão de Vagos e a Orquestra Ligeira de Vagos. 

Carlos Duarte

Traineira Alzirinha para passeios turísticos

Por Ana Maria Lopes


Traineira Alzirinha

No Diário de Aveiro de 19 de Setembro, tive conhecimento que dois empresários da região acabam de adquirir e recuperar uma antiga traineira da pesca dasardinha com vista a promover passeios turísticos na ria e no mar. A ideia de Michael Pereira e Carlos Nogueirinha passa por apostar num produto diferente e diferenciado para grupos ou turistas individuais. O único problema é que várias portas se têm fechado a estes empresários. Em toda a laguna aveirense, ainda não lhes foi disponibilizado um cais para poderem exercer a sua actividade turística. 

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domingo, 23 de setembro de 2012

Tecendo a vida umas coisitas – 309

PITADAS DE SAL – 39 



O CALDO DE PEDRA 

Caríssima/o: 

Quem não conhece este conto? 
Certamente não é novidade para ninguém… Agora que tem a ver com o sal? 
Acompanhemos o Frade: 

«Um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, mas não lhe quiseram aí dar nada. 
O frade estava a cair de fome e disse: 
- Vou ver se faço um caldinho de pedra. 
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, como para ver se era boa para um caldo. 
A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança. Diz o frade: 
- Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa muito boa. 
Responderam-lhe: 
- Sempre queremos ver isso. 
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu: 
- Se me emprestassem aí um pucarinho... 
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro. 
- Agora, se me deixassem estar a panelinha aí, ao pé das brasas... 
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, disse ele: 
- Com um bocadinho de unto é que o caldo ficava a primor! 
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada com o que via. 
O frade, provando o caldo: 
- Está um nadinha insosso. Bem precisa duma pedrinha de sal. 
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e disse: 
- Agora é que, com uns olhinhos de couve, ficava que até os anjos o comeriam. 
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves. O frade limpou-as, ripou-as com os dedos e deitou as folhas na panela. Quando os olhos já estavam aferventados, arriscou: 
- Ai! Um naquinho de chouriça é que lhe dava uma graça!... 
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele pô-lo na panela e, enquanto se cozia, tirou do alforge pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. 
Comeu e lambeu o beiço. 
Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. 
A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou-lhe: 
- Ó senhor frade, então a pedra? 
- A pedra... Lavo-a e levo-a comigo para outra vez. 
E assim comeu onde não lhe queriam dar nada.» 

Teófilo Braga - Contos Tradicionais Portugueses 

Manuel

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Primeiro relógio da igreja matriz

Recordei no meu Pela Positiva, para memória futuro, um subsídio para a história da nossa igreja matriz, ou seja, a doação do primeiro relógio e um sino. Ver aqui

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Dia de Aveiro sem carros no passeio!


«No âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, a Câmara Municipal de Aveiro está a promover o “Dia de Aveiro sem carros no Passeio!” a 22 de setembro.
Organizadas pela Autarquia, as ações do dia 22 de setembro estão relacionadas com a sensibilização dos cidadãos para que, nas suas deslocações, usem menos o seu carro e servem ainda para alertar para o estacionamento abusivo.
Neste sentido, e seguindo a mensagem do “Ative Access” de promover a mudança do comportamento dos cidadãos pela alteração da sua perceção sobre a pedonalidade, pela sensibilização e experimentação da mobilidade ativa, o “Dia de Aveiro sem carros no Passeio!” consistirá num dia de tolerância zero a quem abusa dos peões e estaciona em cima dos passeios e passadeiras.»

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A Senhora dos Navegantes, em procissão lagunar

Por Ana Maria Lopes




Não deixemos de comparar. No ano passado debaixo de uma nortada levada da breca, assistimos à passagem da procissão da Senhora dos Navegantes, à ressaca da «ponte» de um arrastão costeiro, na Gafanha da Nazaré. Apesar do frio, tivemos a oportunidade de apreciar a procissão, calmamente, que nos pareceu, talvez, pela perspectiva, bastante mais bem organizada.

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domingo, 16 de setembro de 2012

Tecendo a vida umas coisitas - 308


PITADAS DE SAL – 38 



LÍNGUA DE SAL E DITOS DE MARINHA 

Caríssima/o: 

Como estamos no início de um novo ano escolar, creio que não ficará mal fazer um pequeno exercício de imaginação, pondo à prova os conhecimentos «culinários» e das marinhas. Por questão de arrumação, respeitemos a ordem alfabética de alguns termos e expressões da área vocabular das marinhas de sal: 

Alimentar o mandamento; Amanhar o mandamento; Amanhar a marinha; Alimentadores; 
Balde; 
Cabeça de carneiro; Cabrita; Caldeirões; Caldeiros; Comedorias; 
Desmamar; 
Enjoo; 
Meter água; Molhaduras; 
Regar o mandamento; 
Salgar; Sustentar a marinha; 
Talhos; Tomar água; Travessas. 

Para amenizar um tudo nada, alguns ditados populares: 

Quem come salgado, bebe dobrado. 
Peixe podre, sal não cura. 
Grande vai o mal, na casa onde não há pão, nem sal. 
Panela sem sal - faz de conta que não tem manjar. 
A comida sem sal, a doentes, não faz mal 
A comida sem sal nem sabe bem nem mal.

E, por último, não levem a mal que inclua a “explicação” de apenas três desses itens: 

Balde - Espécie de pá de madeira e ferro, com 1,15 m. de comprimento; usa-se para compor o torrão e remover as lamas. 

Cabeça de carneiro - Alfaia com 1,2 m. de comprimento, formada por um cabo, tendo, na extremidade, uma peça em forma de prisma com três lados, dos quais um é arredondado; serve para abrir as canejas. 
O mesmo que Canejeiro. 

Cabrita - Ancinho com um cabo de 1,75 m. e, mais ou menos, 30 dentes curtos, em madeira, que, quando se partem, são, por vezes, substituídos por cavilhas de ferro, de igual tamanho; emprega-se para envieirar o moliço, que se desenvolve durante o Outono e o Inverno. 

Manuel

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Desafios do Mar Português

Amanhã, 15 de setembro. Entrada livre




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S. Paio da Torreira

Ainda o S. Paio...8 de Setembro de 2012


Chinchorro RAQUEL


No último sábado, 8 de Setembro, o programa foi de arromba. Desde a missa campal, procissão de longo trajecto e muita devoção, às corridas de bateiras à vela e chinchorros, havia para todos os gostos. Já que lá estávamos, apesar das nossas conhecidas preferências, mas poucas forças, resolvemos assistir a todos os eventos.
Mas, a bem dizer, as bateiras à vela, em competição lagunar, trespassaram-nos a alma, redimensionando a paisagem. Não havia palavras.
Momentos raros como estes permitem-nos ver as bateiras, tipocaçadeira, com todos os apetrechos para velejar – mastro, verga, vela, todo o cordame necessário, tostes e leme.

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Nota: Texto e fotos do Marintimidades, de Ana Maria Lopes

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Biblioteca de Ílhavo alberga livros e os nossos sonhos



(Foto cedida gentilmente pela BMI)

A Biblioteca Municipal de Ílhavo (BMI) assinalou no passado dia 11 de setembro o seu 7.º aniversário, havendo boas razões para o fazer, já que este equipamento tem desenvolvido uma profícua ação cultural no concelho e na região. Paralelamente, tem promovido trabalhos, consultas, divertimento, convívio e formação, o que a situa numa excelente posição de referência, no âmbito da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. 
A celebração deste aniversário saiu enriquecida pelo lançamento de dois livros: “Capuchinho Vermelho: histórias secretas e outras menos”, coletânea de contos coordenada por José António Gomes e Sara Reis da Silva; e “De capuz, chapelinho ou gorro: recriações de O Capuchinho Vermelho na Literatura Portuguesa para a infância”, de Sara Reis da Silva.

O Galafanha fica para a história

Este meu blogue vai continuar no ciberespaço para memória futura. Poderá sempre ser consultado. A partir de hoje, passarei a estar apen...