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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Criação da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré
Quem hoje passeia pelo Jardim 31 de Agosto, visitantes ou naturais da Gafanha da Nazaré, talvez nem sequer imagine o porquê da data que dá nome à praça. Pois o 31 de agosto assinala a assinatura do decreto de ereção canónica da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré, assinado pelo Bispo-Conde de Coimbra, D. Manuel Correia de Bastos Pina. Aqui o publicamos para memória futura.
Ereção Canónica da paróquia
da Gafanha de Nossa Senhora da Nazaré
Bispo-Conde de Coimbra
«Vistos estes autos, etc. Pelo que d’elles consta mostra-se que muitos habitantes do logar da Gafanha, freguesia d’o Salvador de Ílhavo, no concelho do mesmo nome, d’esta Diocese, requerera a Sua Magestade El-Rei Houvesse por bem determinar que pelos meios competentes se procedesse à creação de uma nova parochia, com séde no dito logar da Gafanha e formada pelos povos do mesmo logar, o qual para esse fim será desanexado da referida freguesia de Ílhavo; Mostra-se que sua Magestade El-Rei atendendo a que a providencia reclamada é de grande conveniencia para o bem espiritual e temporal dos requerentes, sem prejuiso para a conservação da dita freguesia de Ílhavo, e conformando-se com os pareceres das superiores auctoridades ecclesiastica e administrativa e com a consulta do Supremo Tribunal Administrativo, Houve por bem por decreto de 23 de junho do corrente anno auctorisar a desanexação do referido logar da parochia a que actualmente pertence e a creação de uma parochia que com elle se pretende formar; – e – Attendendo a que pelo Ministerio dos Negocios Ecclesiasticos e da Justiça Nos foi enviada Copia auttentica do referido Decreto para procedermos ao respectivo processo de creação e erecção canónica.
Attendendo a que no mesmo Decreto se acha já arbitrada em cem mil reis annualmente a congrua ou derrama para o respectivo parocho da nova parochia;
Attendendo a que a Capella de Nossa Senhora da Nasareth do dito logar da Gafanha tem a capacidade conveniente, os paramentos, vasos sagrados e alfaias necessárias para servir provisoriamente de igreja parochial, enquanto se não conclue o novo templo, cuja construção se acha muito adiantada; e, finalmente, conformando-Nos com o parecer do M. R. Dr. Promotor do Bispado, proferido n’estes autos a folhas dez: – Julgamos legitimamente erecta e canonicamente instituida a referida freguesia da Gafanha, composta do logar da mesma denominação que será desanexado da freguesia d’O Salvador d’Ílhavo, d’esta mesma Diocese, tendo por orago Nossa Senhora da Nazareth, e ficando o respectivo parocho com a congrua annual de cem mil reis e com as mais benesses e emolumentos que forem de uso, direito e costume na freguesia da qual é desanexada.
O secretario da Nossa Camara Ecclesiastica dará por publicada esta nossa sentença e d’Ella tirará duas cópias para serem enviadas – uma ao Ministerio dos Negocios Ecclesiasticos e da Justiça, e outra ao Muito Reverendo Arcipreste de Aveiro que assim o participará ao R. Parocho da freguesia de Ílhavo para seu conhecimento e devidos effeitos.
Coimbra, 31 d’Agosto de 1910
Manuel, Bispo-Conde»
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Um gafanhão de sucesso: Noca Ramos
Os meus parabéns



Hoje, a revista Visão traz uma reportagem sobre o David Noca Ramos, natural da Gafanha da Nazaré, formado em arquitetura e em design de comunicação. Apaixonado pelas bicicletas, a revista garante que "Ele até está assustado". E não é para menos, se soubermos que as suas bicicletas "são cobiçadas de Barcelona a Nova Iorque".
Noca foi entrevistado pela jornalista Florbela Alves, e nessa entrevista realça que ele "partilhou as suas bicicletas em fóruns internacionais", acrescentando "que as encomendas não param de lhe chegar. Ele acha tudo 'incrível'."
A sua bicicleta preferida chama-se 'azulinha', salientando Noca que foi a que lhe "deu mais luta".
Os meus parabéns calorosos para este nosso conterrâneo, desejando-lhe os maiores êxitos nas suas criações, atuais e futuras, pois o Noca não pode parar.
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Hoje, a revista Visão traz uma reportagem sobre o David Noca Ramos, natural da Gafanha da Nazaré, formado em arquitetura e em design de comunicação. Apaixonado pelas bicicletas, a revista garante que "Ele até está assustado". E não é para menos, se soubermos que as suas bicicletas "são cobiçadas de Barcelona a Nova Iorque".
Noca foi entrevistado pela jornalista Florbela Alves, e nessa entrevista realça que ele "partilhou as suas bicicletas em fóruns internacionais", acrescentando "que as encomendas não param de lhe chegar. Ele acha tudo 'incrível'."
A sua bicicleta preferida chama-se 'azulinha', salientando Noca que foi a que lhe "deu mais luta".
Os meus parabéns calorosos para este nosso conterrâneo, desejando-lhe os maiores êxitos nas suas criações, atuais e futuras, pois o Noca não pode parar.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
"Repensar o Envelhecer"
No Auditório do Museu de Ílhavo

Irá decorrer no próximo dia 10 de setembro, no Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo, o Seminário "Repensar o Envelhecer", sob a égide do "Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações", marcando assim o início da Semana da Maioridade 2012.
As inscrições encontram-se abertas até ao próximo dia 6 de setembro através do telefone 234 329 625 ou pelo e-mail dass@cm-ilhavo.pt.
Ver Programa
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Irá decorrer no próximo dia 10 de setembro, no Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo, o Seminário "Repensar o Envelhecer", sob a égide do "Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações", marcando assim o início da Semana da Maioridade 2012.
As inscrições encontram-se abertas até ao próximo dia 6 de setembro através do telefone 234 329 625 ou pelo e-mail dass@cm-ilhavo.pt.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
As fúrias do José Labareda
Histórias do Porto de Aveiro

"No relato da ocorrência, o fiscal refere que tendo em conta os factos decorridos "numa obra do Estado", deveria ser dado conhecimento da mesma às autoridades. Assim, acompanhou a vítima ao Regedor de São Jacinto que referiu não ter competências para tratar o assunto. De seguida reportou ao Cabo do Mar que também afirmou não ter competência pelo facto de a ocorrência não decorrer dentro de uma embarcação. Por fim acompanhou o agredido a casa do enfermeiro da Escola de Aviação-Naval Gago Coutinho para cuidar dos ferimentos na cabeça e peito.
Cópia autenticada redigida por José Maria da Costa Monteiro, Chefe de Secretaria da JARBA, transcrevendo a comunicação de David Albuquerque, Fiscal da JARBA em São Jacinto, datada de 10 de Novembro de 1939, dando conta da agressão violenta que José Labareda provocou em António de Oliveira, residente em São Jacinto, jornaleiro ao serviço dos empreiteiros da obra de regularização e revestimento de um troço da margem norte do Canal de São Jacinto - São Jacinto, em 14 de Novembro de 1939."
Ver mais aqui
Fonte: Arquivo Histórico do Porto de Aveiro
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"No relato da ocorrência, o fiscal refere que tendo em conta os factos decorridos "numa obra do Estado", deveria ser dado conhecimento da mesma às autoridades. Assim, acompanhou a vítima ao Regedor de São Jacinto que referiu não ter competências para tratar o assunto. De seguida reportou ao Cabo do Mar que também afirmou não ter competência pelo facto de a ocorrência não decorrer dentro de uma embarcação. Por fim acompanhou o agredido a casa do enfermeiro da Escola de Aviação-Naval Gago Coutinho para cuidar dos ferimentos na cabeça e peito.
Cópia autenticada redigida por José Maria da Costa Monteiro, Chefe de Secretaria da JARBA, transcrevendo a comunicação de David Albuquerque, Fiscal da JARBA em São Jacinto, datada de 10 de Novembro de 1939, dando conta da agressão violenta que José Labareda provocou em António de Oliveira, residente em São Jacinto, jornaleiro ao serviço dos empreiteiros da obra de regularização e revestimento de um troço da margem norte do Canal de São Jacinto - São Jacinto, em 14 de Novembro de 1939."
Ver mais aqui
Fonte: Arquivo Histórico do Porto de Aveiro
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domingo, 26 de agosto de 2012
Tecendo a vida umas coisitas - 305
PITADAS DE SAL – 35

A MÁQUINA DE FAZER SAL
Caríssima/o:
Isto de contos populares e de lendas é, de fato, um mundo à parte: numa outra pitada eram as mulheres com mós a fazer sal… Será que o sal assim produzido salgaria o mar? Certamente que se teria de encontrar outra solução…
«Recontando Contos Populares
Este caso se deu no tempo de Reis e Rainhas. Nesse tempo, que já se foi, havia no mundo uma carestia de sal. Não havia lugar onde se pudesse encontrar um torrãozinho sequer; nem mesmo no mar.
Pois bem, vivia numa certa cidade um cozinheiro que tinha uma máquina capaz de produzir sal. Vai daí que esse mestre de cozinha ficou famoso, pois era o único capaz de temperar o alimento de seu restaurante, com sal. Apesar de muita gente tentar descobrir a origem do sal, ele mantinha severo segredo.
O Rei, certo dia, recebeu, de um dos seus súbditos, uma amostra da comida temperada com o sal. Gostou tanto, que resolveu adquirir de qualquer maneira a fórmula, única, de produzir o sal. Mas, o famoso cozinheiro não tinha a intenção, nem para um Rei, de revelar o seu segredo, que era o principal sustento da família. O Rei então prometeu ao cozinheiro real uma fortuna se conseguisse descobrir o segredo daquele homem.
O cozinheiro real então tratou de viajar até à cidade do mestre de cozinha que produzia sal. Com muita conversa e fingida amizade, conseguiu que o mestre de cozinha, cheio de inocência, revelasse que o sal era produzido por uma máquina toda a vez que ele dizia determinada palavra mágica; e fez pior, demonstrou o funcionamento da máquina. Não deu outra, durante a noite, enquanto o mestre de cozinha dormia com a família, o cozinheiro real foi até ao restaurante, roubou a máquina e perna p’ra que te quero.
Chegando à casa real, anunciou ao Rei que descobrira o segredo e para prová-lo prepararia um jantar especial. O Rei, então, para comemorar, resolveu realizar o jantar no seu luxuoso navio. Para tanto, convidou todos os nobres de seu reino.
O cozinheiro real preparou a máquina e pronunciou a palavra mágica, e ela desandou a produzir sal e o jantar ficou espetacular. Mas enquanto os nobres se divertiam, o cozinheiro real viu-se diante de um problema. A máquina não parava de produzir sal, pois a palavra mágica que a fazia funcionar não era a mesma para desligá-la. Não demorou muito e o navio estava coberto de sal e, com o peso, afundou, arrastando para o fundo, o Rei, os nobres, o cozinheiro real e a máquina que continua ligada até hoje, enchendo o mar de sal.»
Manuel
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A MÁQUINA DE FAZER SAL
Caríssima/o:
Isto de contos populares e de lendas é, de fato, um mundo à parte: numa outra pitada eram as mulheres com mós a fazer sal… Será que o sal assim produzido salgaria o mar? Certamente que se teria de encontrar outra solução…
«Recontando Contos Populares
Este caso se deu no tempo de Reis e Rainhas. Nesse tempo, que já se foi, havia no mundo uma carestia de sal. Não havia lugar onde se pudesse encontrar um torrãozinho sequer; nem mesmo no mar.
Pois bem, vivia numa certa cidade um cozinheiro que tinha uma máquina capaz de produzir sal. Vai daí que esse mestre de cozinha ficou famoso, pois era o único capaz de temperar o alimento de seu restaurante, com sal. Apesar de muita gente tentar descobrir a origem do sal, ele mantinha severo segredo.
O Rei, certo dia, recebeu, de um dos seus súbditos, uma amostra da comida temperada com o sal. Gostou tanto, que resolveu adquirir de qualquer maneira a fórmula, única, de produzir o sal. Mas, o famoso cozinheiro não tinha a intenção, nem para um Rei, de revelar o seu segredo, que era o principal sustento da família. O Rei então prometeu ao cozinheiro real uma fortuna se conseguisse descobrir o segredo daquele homem.
O cozinheiro real então tratou de viajar até à cidade do mestre de cozinha que produzia sal. Com muita conversa e fingida amizade, conseguiu que o mestre de cozinha, cheio de inocência, revelasse que o sal era produzido por uma máquina toda a vez que ele dizia determinada palavra mágica; e fez pior, demonstrou o funcionamento da máquina. Não deu outra, durante a noite, enquanto o mestre de cozinha dormia com a família, o cozinheiro real foi até ao restaurante, roubou a máquina e perna p’ra que te quero.
Chegando à casa real, anunciou ao Rei que descobrira o segredo e para prová-lo prepararia um jantar especial. O Rei, então, para comemorar, resolveu realizar o jantar no seu luxuoso navio. Para tanto, convidou todos os nobres de seu reino.
O cozinheiro real preparou a máquina e pronunciou a palavra mágica, e ela desandou a produzir sal e o jantar ficou espetacular. Mas enquanto os nobres se divertiam, o cozinheiro real viu-se diante de um problema. A máquina não parava de produzir sal, pois a palavra mágica que a fazia funcionar não era a mesma para desligá-la. Não demorou muito e o navio estava coberto de sal e, com o peso, afundou, arrastando para o fundo, o Rei, os nobres, o cozinheiro real e a máquina que continua ligada até hoje, enchendo o mar de sal.»
Manuel
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Nossa Senhora da Nazaré, padroeira da nossa terra
Permitam-me a ousadia de incluir neste capítulo a nossa Padroeira, Nossa Senhora da Nazaré. Foi pessoa como nós, mãe solícita do Filho de Deus e nossa mãe também, catalisadora da aproximação à Boa Nova de Jesus Cristo, sinal visível da ternura e do amor, auxiliadora dos aflitos, protetora dos navegantes, congregadora dos desavindos, inspiradora da verdade, da justiça e da paz.
Ao certo, não se sabe como nasceu esta devoção pela Senhora da Nazaré. Terá alguma ligação à Palestina e à então Vila da Nazaré, onde D. Fuas Roupinho por ela foi salvo de morte iminente?
O Padre Domingos, coautor do livro “Invocações Marianas na Diocese de Aveiro”, recorda a lenda que garante ter vindo a imagem da nossa padroeira da Palestina. «Após vários imprevistos foi posta [a imagem] numa pequena Ermida, conhecida por capela da memória, na antiga povoação de Nazaré», sublinha o antigo Prior da Gafanha da Nazaré. E dali, algum navegante a terá trazido para a Gafanha, quando não foi adquirida a algum comerciante de imagens e objetos antigos.
Por sua vez, o Padre José Fidalgo, no Timoneiro de Julho de 1991, afirma que «é quase certo que estamos perante a ligação ao fator pescas». E acrescenta: «com toda a segurança, podemos afirmar, que foi alguém dessas paragens [vila da Nazaré] que trouxe, para a nossa vila, a imagem do século XVII que hoje existe na paróquia.»
Entretanto, no mesmo artigo, afirma que o Prior Sardo não autorizou a introdução de outra invocação a Nossa Senhora. Frisou que o nosso primeiro prior «era muito devoto da Virgem Maria e, talvez ninguém saiba, prova disso foi a sua ida a Lurdes. No entanto nunca introduziu aqui o culto a Nossa Senhora de Lurdes. Manteve a ligação a Nossa Senhora da Nazaré, em ligação à Imaculada Conceição».
É oportuno dizer, ainda, que a primeira irmandade assumiu a Padroeira como sua protetora, e que o culto a Nossa Senhora da Nazaré foi sempre seguido pela nossa gente.
A festa anual, no último domingo de Agosto, exclusivamente religiosa ou mais popular, com música, arraial, foguetes, missa solenizada e procissão uniu, com toda a naturalidade, os gafanhões e quantos nesta terra se fixaram, tornando-se iguais a nós, em direitos, obrigações e devoções.
Fernando Martins,
No livro “Gafanha da Nazaré — 100 anos de vida”
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
11.º Aniversário do Navio Museu Santo André
Amanhã, 23, com entradas gratuitas

A edição 2012 do Mar Agosto continua a fazer parte da vida do Município de Ílhavo, com momentos diversificados de Música, Cultura, Desporto e, acima de tudo, de festa e convívio.
Desta vez uma nota especial para as Comemorações do 11.º Aniversário da Inauguração do Navio Museu Santo André, amanhã, dia 23 de Agosto, onde será possível visitar o Navio gratuitamente entre as 10h00 e as 18h00, conhecendo as características de uma embarcação de Pesca de Bacalhau, bem como toda a história associada a essa Nobre Arte, percebendo o processo e os mecanismos de cura do Bacalhau.
Pelas 18h30 será feita a entrega dos prémios do Concurso de Fotografia “Olhos sobre o Mar”, ficando os melhores trabalhos expostos.
Fonte: CMI
Legenda da foto: Fernando Martins (filho primogénito) com mãe Lita, no Navio-museu Santo André.
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A edição 2012 do Mar Agosto continua a fazer parte da vida do Município de Ílhavo, com momentos diversificados de Música, Cultura, Desporto e, acima de tudo, de festa e convívio.
Desta vez uma nota especial para as Comemorações do 11.º Aniversário da Inauguração do Navio Museu Santo André, amanhã, dia 23 de Agosto, onde será possível visitar o Navio gratuitamente entre as 10h00 e as 18h00, conhecendo as características de uma embarcação de Pesca de Bacalhau, bem como toda a história associada a essa Nobre Arte, percebendo o processo e os mecanismos de cura do Bacalhau.
Pelas 18h30 será feita a entrega dos prémios do Concurso de Fotografia “Olhos sobre o Mar”, ficando os melhores trabalhos expostos.
Fonte: CMI
Legenda da foto: Fernando Martins (filho primogénito) com mãe Lita, no Navio-museu Santo André.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Festival do Bacalhau com saldo muito positivo
Doze toneladas de bacalhau e seus derivados para 28 mil refeições, mais 200 mil visitantes, são números que explicam à saciedade a importância do Festival do Bacalhau, que se realizou entre 15 e 19 de agosto, no Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré, por iniciativa da Câmara Municipal de Ílhavo.
O êxito, ano a ano repetido, garante a próxima edição, agendada para
decorrer entre 14 e 18 do mesmo mês, em 2013.
Ver balanço da CMI aqui
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"Juntos na solidariedade em Aveiro"
NO MUSEU DA CIDADE, ATÉ 26 DE AGOSTO

Está patente, até ao próximo dia 26 de Agosto, domingo, a exposição colectiva «JUNTOS NA SOLIDARIEDADE EM AVEIRO», no Museu da Cidade. Informa-se que no dia do encerramento haverá uma grande festa com música e poesia, em colaboração com o Grupo Poético de Aveiro. O tema será a Solidariedade e os declamadores serão Alice Sarabando, Madalena Oliveira, Zita Leal e Manuel Janicas (coordenação). O acompanhamento musical, estará a cargo de Carlos Pinto.
Os artistas presentes nesta colectiva organizada pela Fundação AMI são Acácio Rodrigues, Alexandra Madeira, Fernando Gaspar, Gervásio Aleluia, Maria José Baltazar, Orlando Pompeu, Sérgio Azeredo, Teresa Vilar e Tiago Paço.
Recordamos que se trata de uma exposição com cariz solidário.
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Está patente, até ao próximo dia 26 de Agosto, domingo, a exposição colectiva «JUNTOS NA SOLIDARIEDADE EM AVEIRO», no Museu da Cidade. Informa-se que no dia do encerramento haverá uma grande festa com música e poesia, em colaboração com o Grupo Poético de Aveiro. O tema será a Solidariedade e os declamadores serão Alice Sarabando, Madalena Oliveira, Zita Leal e Manuel Janicas (coordenação). O acompanhamento musical, estará a cargo de Carlos Pinto.
Os artistas presentes nesta colectiva organizada pela Fundação AMI são Acácio Rodrigues, Alexandra Madeira, Fernando Gaspar, Gervásio Aleluia, Maria José Baltazar, Orlando Pompeu, Sérgio Azeredo, Teresa Vilar e Tiago Paço.
Recordamos que se trata de uma exposição com cariz solidário.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Curiosidades sobre a Praia da Barra
Graça Oliveira escreveu um texto sobre a Praia da Barra, para o blogue da ADIG, que pode também ser lido aqui.
domingo, 19 de agosto de 2012
Tecendo a vida umas coisitas - 304
PITADAS
DE SAL – 34
CORRIDAS DE BATEIRAS
… E AS OLIMPÍADAS
Caríssima/o:
Terminado mais um dia de intensa faina
na marinha da Novazinha das Canas, o ti Manel Elviro deu as ordens devidas para
iniciarmos o regresso. Momento sempre ansiado por todos, cada um com as suas
razões e com o seu lugar e tarefa na bateira. Parece que ainda estou a ver:
chegados à Cale e aproados para atravessar, era certo ouvirmos o entusiasmo do
Ângelo:
- Ali vão eles! Aquilo é que é andar!
E, de fato, eles lá iam a remar como
valentes e a competir bateira com bateira; ele até sabia os nomes deles e as
marinhas que amanhavam…
Não admira[va], pois, que estes “[R]apazes fortes, rijos, queimados pelo sol
e curtidos pelo sal e pelo lodo, ei-los que durante anos ergueram bem alto o
nome do Galitos, nos jogos olímpicos de 1948 e 1952, competindo em remo”.
Era, sem dúvida, desta “escola” que
saíram os que “[E]m
1948 e em 1952, tripulações de sheel de 8 (remo) participaram nas Olimpíadas de
Londres e de Helsínquia, respetivamente. No conjunto, as duas englobaram 14
remadores dos quais apenas um não era marnoto. Estes desportistas juntavam à
resistência física adquirida na faina e à familiarização com os remos com que
moviam as bateiras nas deslocações diárias para as marinhas, no trajeto de ida
e no de volta, o treino específico. Como atletas ganharam a nível nacional e
ibérico 'tudo quanto havia para ganhar' ao longo de mais de uma década,
congregaram a dupla faceta de marnotos e de remadores. ...” [Énio Semedo, Ecomuseu do salgado
de Aveiro, 204]
Ora bem: em plena jornada olímpica o
Ângelo terminou a sua corrida. Enquanto correu, fez quanto lhe competia: puxava
e animava os outros para que não ficassem para trás!
Que o seu querer e o seu ser, nos
estimulem a não virarmos a cara ao nosso ouro olímpico!
Manuel
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O Galafanha fica para a história
Este meu blogue vai continuar no ciberespaço para memória futura. Poderá sempre ser consultado. A partir de hoje, passarei a estar apen...

